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Ahpaceg participa da festa de confraternização da Unimed Goiânia
Escrito por AdministradorDiretores e associados da Ahpaceg participaram, no dia 7 de dezembro, da 17ª edição da Noite de Plantão promovida pela Unimed Goiânia. A tradicional festa de confraternização da cooperativa reuniu cerca de 2,5 mil médicos e convidados no Centro de Cultura e Eventos Professor Ricardo Freua Bufaiçal da Universidade Federal de Goiás.
Pelo terceiro ano consecutivo, a Associação doou um carro para ser sorteado entre os médicos cooperados, muitos deles em atuação nos hospitais da Ahpaceg. O ganhador do veículo HB20 sorteado neste ano foi o médico cirurgião geral César Vilela Nunes.
Para a Ahpaceg, a participação nesta festa e a colaboração no sorteio é uma forma de confraternização e de agradecimento à classe médica, que muito contribui para a qualidade dos serviços prestados pelos hospitais associados. "Nesta festa, sempre temos o prazer e a oportunidade de encontrarmos nossos grandes amigos e colegas médicos", disse o presidente da Ahpaceg, Gustavo Rassi, que agradeceu à diretoria da Unimed Goiânia por essa oportunidade de integração e cooperação.
Diretor-médico da Unimed Goiânia, Adriano Alfredo Brocos Auad, ressaltou a importância da parceria entre a cooperativa e a Ahpaceg, "Agradecemos a importante parceria da Ahpaceg que contribuiu para a realização e o êxito da confraternização anual da Unimed Goiânia. Desejamos a todos os nossos colegas cooperados e cooperadas da Associação boas festas e um ano novo repleto de conquistas", disse.
Na foto: Sérgio Baiocchi (diretor de Mercado da Unimed Goiânia), Haikal Helou (vice-presidente da Ahpaceg), Sizenando da Silva Campos Júnior (presidente da Unimed Goiânia) e o ganhador do carro, César Vilela Nunes
CDL convida para palestra “Dever não é vergonha”
Escrito por Super UserA Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Goiânia convida para a palestra "Dever não é vergonha", que abordará técnicas e ferramentas simplificadas e gratuitas para a administração de dívidas por empresas. A palestra será ministrada no dia 12 de novembro, às 19 horas, no auditório da CDL – Rua 8, 626, Setor Oeste – pelo o consultor financeiro Geraldo Luterman, que já esteve na Ahpaceg, onde falou sobre a administração das unidades de saúde, gestão financeira e fusões de empresas na área hospitalar. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone 4002 4224 – ramais 3892 e 3895.
O secretário Estadual de Saúde de Goiás, Antonio Faleiros, visitou a Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg) no dia 6 de novembro. Faleiros reuniu-se com diretores e associados da entidade, que representa os 15 maiores hospitais privados goianos, e debateu o fortalecimento da parceria entre a Secretaria Estadual de Saúde e a Ahpaceg para melhorar o atendimento hospitalar à população goiana.
Faleiros observou que o poder público sozinho não consegue ofertar assistência a todos os pacientes e precisa do apoio do setor privado. "Não temos como criar um sistema estatal, a parceria com o setor privado é muito importante", disse o secretário.
O presidente da Ahpaceg, Gustavo Rassi, afirmou que a Associação e os hospitais associados têm muito a contribuir com a melhoria do sistema de saúde em Goiás. Além do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo Gustavo Rassi, a Ahpaceg pode contribuir, inclusive, com novas ideias para o sistema de saúde.
Também participaram da reunião, o 1º vice-presidente da Ahpaceg, Haikal Helou (Hospital Santa Mônica); o 2º vice-presidente, Ernei de Oliveira Pina (Hospital Evangélico Goiano); o secretário Gustavo Clemente (Hospital da Criança); o diretor de Contratos e Convênios, Valney Luiz da Rocha (Hospital de Acidentados); e os representantes dos Hospitais Infantil de Campinas (Aguinaldo Pedro Marques), Monte Sinai (Cláudio Aguiar da Silva Neto), São Francisco de Assis (Hugo Frota Filho) e Samaritano (José Vicente Passani).
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Projeto pode obrigar hospitais a terem certificação de qualidade
Escrito por Super UserProposta tramita em caráter conclusivo. Comissão também aprovou proposta que obriga médicos a emitir receitas digitadas ou eletrônicas
Projetos importantes para a área de Saúde tramitam nas comissões do Congresso. A Câmara analisará esta semana o Projeto de Lei 5503/13, que obriga hospitais públicos e privados, vinculados ou não ao Sistema Único de Saúde (SUS), a passarem por avaliações periódicas e processos de certificação da qualidade.
A proposta altera a Lei Orgânica da Saúde (Lei 8.080/90) e prevê que "serão estabelecidos em regulamento os modelos, as metodologias de avaliação, os indicadores e os padrões de qualidade admitidos, assim como os critérios para a habilitação de prestadores de serviços de avaliação e certificação de qualidade".
A proposta foi apresentada pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) e aprovada pelo Senado. O texto abre a possibilidade de que outros serviços de saúde, como postos e laboratórios, possam ser avaliados pela mesma metodologia, caso as autoridades entendam que há necessidade.
A proposta tramita em caráter conclusivo e será avaliada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso seja aprovada, a lei tem prazo de 360 dias para ser implantada.
Receita médica
Já a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga médicos a emitir receitas digitadas ou eletrônicas aos pacientes. A medida faz parte do Projeto de Lei 3344/12, do deputado Ademir Camilo (PSD-MG), que também estabelece as informações mínimas a serem incluídas no documento.
Uma emenda do relator, deputado Augusto Coutinho (DEM-PE), alterou o texto original para determinar que a obrigatoriedade vale apenas nas cidades com mais de 300 mil habitantes ou no caso de o médico receitar produtos integrantes do Programa Farmácia Popular. Nas cidades menores e na prescrição de remédios não subsidiados, fica liberado o uso da receita manual.
A redação proposta por Ademir Camilo obrigava a receita digitada ou eletrônica nas localidades com mais de 200 mil habitantes ou na prescrição de remédios do Farmácia Popular. Coutinho ressaltou, no entanto, que alguns hospitais de cidades menores não têm infraestrutura mínima de funcionamento e, por isso, não poderiam obedecer à norma.
"Para se exigir o receituário eletrônico deve-se partir do pressuposto que os hospitais públicos e postos de saúde nos municípios com mais de 200 mil habitantes dispõem de computadores para os médicos emitirem a prescrição eletrônica, o que não é uma realidade brasileira", argumentou.
O projeto também define informações mínimas que devem constar da receita: identificação do paciente; nome do medicamento; modo de usar ou posologia; duração do tratamento; local e data da emissão; assinatura e identificação do médico com o número de registro no respectivo conselho profissional; e espaço em branco para preenchimento, pela farmácia, do número do lote e do prazo de validade do remédio.
As receitas também deverão indicar se o medicamento prescrito é genérico ou de marca. Neste último caso, o nome do genérico também deverá constar do documento. A proposta, que está sujeita a apreciação conclusiva, ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Saúde Business Wrb