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ebolaOs médicos devem ficar atentos aos sintomas e aos protocolos para o atendimento de casos suspeitos de contaminação pelo vírus ebola. Em Goiás, de acordo com o Plano de Contingência do Ebola, elaborado pela Secretaria Estadual de Saúde de Goiás e já divulgado pela Ahpaceg os casos suspeitos devem ser encaminhados ao Hospital de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad (HDT), unidade de referência no Estado, e posteriormente ao Instituto Evandro Chagas, no Rio de Janeiro.

Os médicos também devem ficar atentos a casos suspeitos de febre Chikungunya, doença causada por um vírus transmitido por mosquitos do gênero Aedes. Confira os principais sintomas destas doenças:

Ebola - início súbito de febre, fraqueza intensa, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta, seguido por vômitos, diarreia, disfunção hepática, erupção cutânea, insuficiência renal e, em alguns casos, hemorragia tanto interna como externa.

 Febre Chikungunya - febre alta, cefaleia, artralgia e mialgia. O paciente também pode apresentar manchas vermelhas no corpo.

Leia mais...

Protocolo de Vigilância e Manejo de Casos Suspeitos de Doença pelo Vírus Ebola

Ebola: Perguntas e Respostas

Febre Chikungunya: Perguntas e Respostas

 

 

 

site VISITA ANAHP 24 09 14 6As reuniões semanais da Ahpaceg estão sendo realizadas em um novo formato e novo horário e os resultados desta mudança já podem ser percebidos através do crescente aumento da participação dos hospitais nestes encontros, que acontecem toda quarta-feira, na sede da Associação. Desde a segunda semana de outubro, as reuniões dos associados, antes agendadas paras as 14 horas, passaram a ter início às 14h30.

As pautas dos encontros também mudaram. As assembleias para a discussão de temas do dia a dia dos hospitais agora são intercaladas com reuniões de planejamento de estratégias e ações voltadas para a melhoria do setor hospitalar. Assim, em uma semana, os associados fazem uma reunião de planejamento e, na semana seguinte, uma reunião sobre assuntos factuais. O próximo encontro acontece nesta quarta-feira, 5, a partir das 14h30.

(30/10/14)

site REUNIAO ADM 03 11 14

Administradores dos hospitais Amparo, Hospital da Criança, Monte Sinai, São Francisco de Assis, Santa Helena e Santa Mônica e a diretoria Executiva da Ahpaceg reuniram-se, no dia 3 de novembro, na sede da Associação. Essa foi a segunda reunião do grupo de trabalho criado pela Ahpaceg e formado por administradores de hospitais associados.

Durante cerca de duas horas, os participantes discutiram temas relacionados a contratos firmados entre os hospitais e operadoras de planos de saúde. No próximo encontro, agendado para meados de novembro, são esperados representantes de todos os associados. Além de promoverem o debate de assuntos em comum, as reuniões proporcionam maior interação entre os administradores e o compartilhamento de boas práticas, o que contribui para o aperfeiçoamento dos serviços prestados pelos associados. (03/11/14)

fumo 2No dia 2 de dezembro, entra em vigor a nova Lei Antifumo, que foi regulamentada pelo Decreto número 8.262, de 31 de maio de 2014. O decreto proíbe o uso de qualquer produto derivado do tabaco em recinto coletivo fechado, público ou privado, extingue totalmente os fumódromos e estabelece que tais ambientes sejam 100% livres do tabaco.

De acordo com o decreto, quando necessário, caberá aos responsáveis por estes locais a orientação aos frequentadores a não fumarem. Uma das exceções previstas no decreto libera o fumo em instituições de tratamento de saúde que tenham pacientes autorizados a fumar pelo médico que os assista.

Estes locais deverão respeitar as devidas condições de isolamento, ventilação e exaustão do ar, assim como medidas de proteção aos trabalhadores em relação à exposição ao fumo, nos termos de normas complementares editadas pelos Ministérios da Saúde e do Trabalho e Emprego. Assim, tais áreas devem ser separadas, com vedação, do ambiente livre do fumo.

Secretaria Estadual de Saúde promoverá seminário sobre a nova lei

No dia 13 de novembro, das 8 às 17h30, no Augustus Hotel, em Goiânia, a Superintendência da Vigilância Sanitária do Estado (Suvisa) vai promover o "I Seminário: A Suvisa na Efetivação da Lei Antifumo". As inscrições para o seminário podem ser feitas até 5 de novembro. Para mais informações, ligue (62) 3201 7884.

 

Clique aqui e confira o texto completo do Decreto 8262

 

site ENTEVISTA EBOLA 16 10 14 3O presidente da Ahpaceg, Haikal Helou, participou na tarde de quinta-feira, 16 de outubro, da reunião de apresentação do Plano de Contingência  do Ebola, elaborado pela Secretaria Estadual de Saúde de Goiás. Em entrevista à imprensa, com a participação também do secretário Halim Antônio Girade e de representantes do Corpo de Bombeiros e Infraero, Haikal Helou ressaltou que a principal preocupação da Ahpaceg neste momento é com o pânico e a discriminação que possam ser gerados diante de casos suspeitos da doença.

“Esse pânico nós combatemos com treinamento e esclarecimento. Por meio da parceria com a Secretaria da Saúde, vamos receber o treinamento que acontecerá nos próximos dias, pois existe possibilidade de alguma vítima do vírus vir para algum de nossos hospitais”, afirmou, referindo-se aos hospitais associados da Ahpaceg.

Segundo o presidente, a maior preocupação da sociedade é com a letalidade do vírus, que já matou mais de 4,5 mil pessoas. “Mas, ele não é um vírus que se pega com facilidade. As pessoas devem entender que se elas não tiverem contato com secreções, suor, sangue de uma pessoa contaminada, não precisam ter medo”, disse Haikal Helou, que solicitou à Secretaria Estadual de Saúde que intensifique as ações de esclarecimento da população sobre a doença e as orientações para a busca de atendimento em casos suspeitos de contaminação.

De acordo com o protocolo de atendimento a casos suspeitos do ebola, os hospitais privados que receberem esses pacientes devem acionar imediatamente a Secretaria Estadual de Saúde para a transferência do paciente para o Hospital de Doenças Tropicais Anuar Auad (HDT), a unidade de referência no Estado, e posteriormente para o Instituto Evandro Chagas no Rio de Janeiro.

Além da criação do Plano de Contigência, a Secretaria instituiu um Comitê Técnico Permanente de Discussão de Casos Suspeitos de Doença pelo Vírus Ebola. O plano, que é dinâmico e será sempre atualizado, prevê todas as ações necessárias para conter o vírus, caso chegue ao território goiano.  O HDT conta com Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os profissionais de saúde e um quarto de isolamento especialmente preparado para receber pacientes com suspeita de ebola, até que o transporte para o Rio de Janeiro seja feito. 

Quinta, 16 Outubro 2014 00:10

Ahpaceg - Parabéns, médicos!

DIA DO MÉDICO AHPACEG 2014

 

A boa medicina se faz com bons médicos

em bons hospitais.

 

Parabéns a todos os médicos e médicas

que fazem a boa medicina em Goiás!

O presidente da Ahpaceg, Haikal Helou, participa nesta quinta-feira (16/10) de uma reunião com o secretário Estadual de Saúde, Halim Antonio Girade, que vai discutir o Plano Estadual de Preparação para o Enfrentamento da Doença do Vírus Ebola. Na reunião, que acontecerá às 15 horas no auditório da Escola Estadual de Saúde Pública de Goiás Cândido Santiago, vão ser debatidas estratégias de atendimento e encaminhamento de casos suspeitos da doença.


Também participarão do encontro, representantes de unidades e superintendências da Secretaria Estadual de Saúde, de Secretarias Municipais de Saúde, Infraero, Ministério Público Estadual e Federal, Anvisa, Corpo de Bombeiros, Samu, Siate, Conselhos Estadual e Municipal de Saúde e Exército. O setor hospitalar privado será representado pela Ahpaceg.

prontuarioO Parecer número 11/2014, do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) reafirma uma determinação de outros pareceres do Regional e do Conselho Federal de Medicina: é vedada aos médicos auditores a retirada dos prontuários ou cópias deles das instituições assistenciais. De acordo com o parecer, o auditor tem o direito de acessar essa documentação, mas in loco.


O parecer também afirma que o prontuário do paciente, independentemente da forma ou meio em que seus dados são registrados e armazenados, é propriedade física da instituição onde o mesmo é assistido e os dados ali contidos pertencem ao paciente, para quem devem estar permanentemente disponíveis e só podem ser divulgados com sua autorização ou a de seu responsável, se for o caso, ou por dever legal ou justa causa.

A partir de 15 de outubro, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) coloca em consulta pública duas resoluções que visam à redução de cesarianas desnecessárias entre consumidoras de planos de saúde. Entre as medidas sugeridas pela Agência, está a ampliação do acesso à informação pelas beneficiárias, que poderão solicitar as taxas de cesáreas e de partos normais por estabelecimento de saúde e por médico – independentemente de estarem grávidas ou não.


O envio das contribuições ocorrerá de 24 de outubro a 23 de novembro e deverá ser feito exclusivamente em formulário disponível no portal da ANS (www.ans.gov.br). A expectativa é que as normas entrem em vigor em dezembro.


alimentacaoA Anvisa atualizou o Regulamento Técnico de Boas Práticas para os Serviços de Alimentação. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 52/2014, de 29 de setembro de 2014, ampliou a abrangência da norma anteriormente vigente, a RDC nº 216/2004. Com isso, as boas práticas de  serviços de alimentação passam a valer, também, nos serviços de saúde. A atualização manteve excluído do regulamento os lactários, terapia de nutrição enteral e bancos de leite humano.

De acordo com a g
erente de Regulamentação e Controle Sanitário em Serviços de Saúde da Anvisa, Maria Angela da Paz, a nova regra preenche uma lacuna regulatória e orienta as fiscalizações feitas pelas vigilâncias sanitárias do País. “Com a experiência da aplicação do regulamento, constatou-se que a RDC nº 216/2004 é aplicável aos serviços de saúde, não havendo a necessidade de elaborar um novo regulamento e sim apenas ampliar seu âmbito de aplicação”, explica.

Segundo ela, os serviços devem garantir que os alimentos fornecidos sejam adequados e seguros para o consumo. Com isso, é possível evitar doenças e danos à saúde humana. “Essas consequências podem ser ainda mais negativas quando o consumidor é um usuário de um estabelecimento assistencial de saúde. Portanto, é essencial que exista uma diretriz bem estabelecida, por meio de um regulamento técnico, para garantir a higiene dos alimentos fornecidos por estes serviços”, sintetiza a gerente.

Clique aqui para conferir a íntegra das Resoluções

Fonte: Anvisa