
Administrador
Presidente do Imas visita a Ahpaceg e anuncia o reajuste da tabela
A presidente do Imas (Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia), Cristina Laval, e os diretores do órgão, Priccilla Canada e Carlos Henrique Silva, visitaram a sede da Ahpaceg no dia 16 de abril. Em reunião com o presidente Gustavo Gabriel Rassi, diretores da Associação e representantes dos hospitais associados, a presidente do Imas anunciou que as taxas hospitalares pagas pelo instituto serão reajustadas a partir de 1º de maio, as consultas médicas a partir de junho e demais procedimentos terão reajuste a partir de julho de 2014.
Cristina Laval explicou que foi feito um estudo para essa correção da tabela e a equiparação dos valores defasados aos que são pagos atualmente pelo Ipasgo (Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás). Segundo ela, um estudo de mercado considerou que os dois institutos têm perfis similares.
A nova tabela de honorários do Imas foi repassada à Ahpaceg, que está analisando os valores propostos. Posteriormente, diretores da Associação e do instituto voltarão a se reunir.
Cristina Laval reconheceu que os valores da tabela atual apresentam grandes defasagens, que, em alguns casos, giram em torno de 300%. A correção proposta, de acordo com a presidente, não é a ideal, mas é a viável neste momento.
Questionada pelo presidente da Ahpaceg sobre as perspectivas de aumento da receita do instituto – hoje, o Imas arrecada cerca de R$ 7 milhões e gasta aproximadamente R$ 6,5 milhões com a assistência aos usuários -, Cristina Laval disse que a correção da tabela de contribuições já está sendo discutida. Ela garantiu que, atualmente, o Imas consegue bancar o reajuste da remuneração dos prestadores, mas precisa aumentar sua receita. A presidente também anunciou o pagamento das faturas de dezembro de 2013 e janeiro de 2014 ainda em abril.
Dos associados da Ahpaceg, seis prestam serviços ao Imas: Hospital Amparo, Hospital da Criança, Hospital Infantil de Campinas, Hospital Monte Sinai, Hospital Samaritano de Goiânia e Hospitail São Francisco de Assis. O Imas convidou outros associados a se credenciarem.
Ipasgo muda sistema de solicitação de exames

Ahpaceg e Unimed Goiânia firmam acordo para o reajuste de diárias e taxas

Resolução do CFM veda o trabalho em hospitais de médicos sem inscrição nos CRMs
Especialista alerta sobre a importância da gestão de custos em saúde

Alerta Sanitário - Anvisa interdita medicamento
A Anvisa interditou cautelarmente, pelo prazo de 90 dias, os lotes 17113, 17613, 16713, 17513, 16813 e 16513 do medicamento Haloxin 6% (hidróxido de alumínio) suspensão oral. Os lotes foram produzidos pela empresa Ifal Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos e apresentaram resultados insatisfatórios em ensaios relacionados aos parâmetros Análise de Aspecto e Determinação de pH.
ANS cria comitê para incentivo a boas práticas entre operadoras e prestadores
Com o objetivo de estabelecer um canal de diálogo permanente entre operadoras e prestadores de serviços de saúde e, dessa forma, desenvolver mecanismos que induzam estes agentes a priorizar a qualidade dos serviços prestados aos consumidores, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) instituiu o Comitê de Incentivo às Boas Práticas entre Operadoras e Prestadores (COBOP).
As ações do COBOP incluem, prioritariamente, a inserção de indicadores essenciais no monitoramento das boas práticas, como a ampliação da assistência em rede credenciada qualificada e a adequação dos processos relacionados à cobrança e pagamento dos compromissos assumidos pela operadora com o prestador, entre outros.
As boas práticas consistem no conjunto de ações adotadas por operadoras de planos de saúde e prestadores de serviço para resolução de conflitos a fim de proporcionar maior qualidade na assistência à saúde. A minuta da Resolução Normativa referente ao tema foi submetida à participação da sociedade por meio de câmara técnica, audiência pública e consulta pública, tendo essa última recebido mais de mil contribuições.
Além do corpo técnico da ANS, o comitê também conta com representantes do setor e de instituições, inclusive de ensino, que possuem experiência e conhecimento sobre o assunto.
“Os programas voltados à aferição da qualificação de prestadores, ao desenvolvimento de novos modelos de remuneração e ao incentivo à adoção de boas práticas nas relações entre operadoras e prestadores passaram a ocupar lugar de destaque, tendo em vista um dos objetivos centrais da ANS no que concerne à melhoria da qualidade do atendimento aos beneficiários de planos de saúde”, ressaltou a gerente de Avaliação da Qualidade Setorial da ANS, Gina Régnier.
Leia a Resolução Normativa nº 346
Fonte: ANS
CFM faz recomendações sobre fornecimento de prontuário de paciente morto
Imas: Prestadores de serviços de saúde suspendem o atendimento
Os hospitais, clínicas, laboratórios, clínicas de imagens e bancos de sangue credenciados pelo Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas) suspenderam o atendimento aos usuários do órgão. Apenas os casos de urgência e emergência estão sendo atendidos. Os médicos não aderiram à paralisação.
A paralisação foi deflagrada ontem, 1º de abril, e os prestadores de serviços afirmam que somente retomarão o atendimento quando suas reivindicações forem atendidas. Os prestadores reivindicam a atualização dos pagamentos dos serviços já prestados, o cumprimento dos acordos firmados pelo Imas e a atualização dos valores dos procedimentos e consultas, que estão defasados.
O Imas conta atualmente com 71.293 usuários, sendo 30.203 segurados servidores públicos municipais de Goiânia, 36.661 dependentes e 4.429 associados adjuntos, e uma rede de atendimento médico-hospitalar formada por 519 médicos, 64 hospitais, 189 clínicas médicas, 63 laboratórios e 19 pronto-socorros.
Em um comunicado divulgado ontem, a presidente do Imas, Cristina Laval, classificou a paralisação de “inoportuna e desnecessária” e alegou que já foi negociada com representantes dos prestadores de serviços de saúde a quitação das faturas de dezembro de 2013, com valores superiores a R$ 6 mil, em seis parcelas iguais, que devem começar a serem pagas em abril. A presidente alegou também que ainda em abril estará implementando uma nova tabela de diárias e taxas hospitalares.
Em resposta, os prestadores afirmaram que “propor a divisão de uma fatura de serviço prestado há seis meses seria aceitável caso no próximo mês não houvesse atraso no pagamento”. Continuam: “não queremos nada demais, apenas receber pelos serviços que já prestamos e ter uma data certa e fixa para os próximos pagamentos dos serviços que iremos prestar”.