Administrador

Administrador

roteiro vistoriasA Resolução 2.056/13 (clique aqui e confira), que redefine as regras para fiscalização do exercício da medicina em território nacional, entra em vigor nesta terça-feira (13 de maio). Editada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em novembro de 2013, a norma cumpriu o prazo de 180 dias para que o Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil e seus roteiros de vistoria fossem aplicados.
O novo Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brasil estabelece a infraestrutura mínima a ser exigida dos consultórios e ambulatórios médicos, de acordo com sua atividade fim e/ou especialidade. Os consultórios e ambulatórios foram divididos em quatro grupos.  

Grupo 1 - Dos consultórios e serviços do Grupo 1, no qual são realizadas apenas consultas, serão exigidos, por exemplo, equipamentos básicos como tensiômetro, estetoscópio, termômetro, maca, lençóis, pia, cadeira para o médico e mais duas para o paciente e acompanhante, entre outras exigências.  

Grupo 2 - Já para os do Grupo 2, onde se executam procedimentos sem anestesia local e sem sedação, como o consultório de um cardiologista que faz apenas eletrocardiogramas, serão exigidos, além do listado no consultório básico, os equipamentos necessários para os exames específicos.

Grupo 3 - Nos consultórios ou serviços do Grupo 3 com procedimentos invasivos ou que exponham os pacientes a risco de vida e que realizem, por exemplo, teste ergométrico ou procedimento com anestesia local ou sedações leves, os fiscais devem averiguar se existem os instrumentos que assegurem a aplicação de forma segura e, em havendo complicação, o médico tenha disponíveis equipamentos de socorro à vida e esteja preparado para realizar os primeiros procedimentos de suporte.

Grupo 4 - O Grupo 4, que envolve os locais de realização de endoscopia, deve ter tudo o que é exigido do Grupo 3, mais o que for específico do procedimento. A resolução também exige a presença de médicos plantonistas em ambientes onde são mantidos pacientes em descanso ou em observação.  Comunidades terapêuticas médicas também ficam obrigadas a ter médicos plantonistas e equipamentos de suporte à vida.  A mesma exigência é feita aos CAPs AD II e III e ao CAPs III, locais de atendimento psiquiátrico.


Unidades fiscalizadas terão 15 dias para adequação


Com a mudança, as vistorias dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) de todo o País passam a seguir um check list padrão, gerando o envio de relatórios ao CFM, a parametrização e a análise estatística tanto regional quanto nacional.  As unidades de saúde fiscalizadas terão 15 dias (prorrogáveis por igual período) para solucionar os problemas apontados. Em caso de não cumprimento das orientações, o CRM poderá propor a interdição ética do estabelecimento e apresentar denúncias aos órgãos competentes, como Ministério Público e Tribunais de Contas.  

(Com informações: CFM)

hospitalarA Hospitalar 2014 – Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios, maior evento de saúde das Américas, será realizada de 20 a 23 de maio no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). A feira, que chega neste ano a sua 21ª edição, reúne representantes do setor médico-hospitalar e da indústria fornecedora.

 Além de incentivar contatos estratégicos e negócios, o evento é complementado por uma extensa agenda de congressos e seminários, que atrai gestores públicos e privados, órgãos de governo e estrategistas da área de saúde de vários países.

“Tanto a feira quanto o fórum deste ano estão ainda mais fortes, interessantes e agregadores do setor, graças a um intenso trabalho de planejamento e de ações desenvolvidas com foco nos grandes interesses da saúde, e no qual temos a satisfação de contar com a parceria das mais representativas entidade do setor”, garante a presidente da feira, Waleska Santos.

Cique aqui, confira a programação completa e saiba mais sobre a Hospitalar

aropaxUma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada no dia 6 de maio suspendeu seis lotes do antidepressivo Aropax 20mg comprimidos revestidos, da empresa GlaxoSmithKline. Motivo: a empresa suspeita que os lotes tenham sido fabricados com princípio ativo com a presença de resíduos.
 
Os lotes são os seguintes: SH0040V (data de fabricação, junho de 2013, e data de validade, junho de 2015), RK0084V (data de fabricação, agosto de 2012, e data de validade, agosto de 2014), RJ0220V (data de fabricação, julho de 2012, e data de validade, julho de 2014), RJ0219V (data de fabricação, julho de 2012, e data de validade, julho de 2014), RC0113V (data de fabricação, março de 2012, e data de validade, março de 2014) e RC0113V1 (data de fabricação, março de 2012, e data de validade março de 2014).
aropaxUma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada no dia 6 de abril suspendeu seis lotes do antidepressivo Aropax 20mg comprimidos revestidos, da empresa GlaxoSmithKline. Motivo: a empresa suspeita que os lotes tenham sido fabricados com princípio ativo com a presença de resíduos.
 
Os lotes são os seguintes: SH0040V (data de fabricação, junho de 2013, e data de validade, junho de 2015), RK0084V (data de fabricação, agosto de 2012, e data de validade, agosto de 2014), RJ0220V (data de fabricação, julho de 2012, e data de validade, julho de 2014), RJ0219V (data de fabricação, julho de 2012, e data de validade, julho de 2014), RC0113V (data de fabricação, março de 2012, e data de validade, março de 2014) e RC0113V1 (data de fabricação, março de 2012, e data de validade março de 2014).

calendarioA audiência pública que vai debater a chamada “diferença de classe” na internação hospitalar pelo Sistema Único de Saúde (SUS) será realizada no dia 26 de maio a partir das 14 horas, em Brasília. A audiência foi proposta pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de ouvir especialistas, poder público e sociedade civil sobre a possibilidade de melhoria na acomodação e de contratação de um profissional conforme escolha do paciente. 

 

Cada expositor terá 15 minutos para sustentar seu ponto de vista, sendo facultada aos participantes a juntada de memoriais. Entre os expositores está o ministro de Estado da Saúde, Arthur Chioro dos Reis.

 

A “diferença de classe” permite a melhoria no tipo de acomodação do paciente e a contratação de profissional de sua preferência mediante o pagamento da respectiva diferença. O Recurso Extraordinário (RE) 581488 foi interposto pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) contra decisão da Justiça Federal da 4ª Região desfavorável a sua pretensão de restabelecer a prática, proibida desde 1991.

 

TRANSMISSÃO

 

A audiência será transmitida ao vivo pela TV Justiça e Rádio Justiça. Saiba como acessar esses canais:

 

*TV Justiça (canal 53 – UHF, em Brasília e Sky canal 117) 
* Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília)


Se nada for feito com urgência para combater o uso indevido e a resistência aos antibióticos, infecções atualmente consideradas menores podem voltar a matar. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que observa que o uso incorreto dos antibióticos tornou-os praticamente ineficazes há algumas décadas. 
O relatório, com dados de 114 países, indica que existe resistência a numerosos agentes infecciosos, mas centra-se na resistência a esses medicamentos contra sete bactérias responsáveis por doenças comuns, como infecção generalizada, diarreias, pneumonias, infecções das vias urinárias e gonorreia.
“A não ser que os numerosos atores envolvidos ajam urgentemente, de modo coordenado, o mundo caminha para uma era pós-antibióticos, em que infecções comuns e feridas menores que têm sido tratadas há décadas podem voltar a matar”, advertiu o subdiretor-geral da OMS para a segurança sanitária, Keiji Fukuda. (Com informações: Saúde Web)
 
 
Confira as orientações da Anvisa
 
Clique aqui e confira as orientações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sobre procedimentos relativos ao controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição isoladas ou em associação.  
ANSCom 19 votos favoráveis e 1 contrário, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou, no dia 30 de abril, o nome do ex-presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNS), José Carlos de Souza Abrahão, e Jaime César de Moura Oliveira para cargos na diretoria, respectivamente, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As indicações, apresentadas pela Presidência da República, seguem para Plenário em regime de urgência.
 
Na CAS, os senadores arguiram os indicados em sabatina conjunta. Para Abrahão, predominaram perguntas sobre a necessidade de integração da saúde suplementar com o Sistema Único de Saúde (SUS). Oliveira foi questionado sobre decisões da agência, pois faz parte da direção do órgão desde 2011 e está sendo indicado para novo mandato.
Abrahão se mostrou comprometido com a articulação do sistema de saúde privado com o público. Oliveira disse que a Anvisa participa de fóruns para criar redes internacionais de agências reguladoras. (Fonte: Jornal do Senado)
cruz hospitalaEm reposta a uma declaração da presidente da República Dilma Rousseff, que alegou serem os médicos cubanos mais atenciosos que os brasileiros, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou uma nota à imprensa ressaltando que a medicina brasileira está entre as melhores do mundo, apesar da ausência de estímulos do Estado e das más condições de trabalho no setor público.
 
O CFM também citou relatórios nacionais e internacionais que apontam um “cenário de guerra”, no qual médicos e pacientes são vítimas. Entre os dados citados está o do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) que mostra que, desde janeiro de 2010, foram desativados quase 13 mil leitos na rede pública de saúde, ou seja, uma média de 10 por dia. Os cortes, segundo o CFM, têm prejudicado, especialmente, as internações nas áreas de psiquiatria (- 7.449 leitos), pediatria (-5.992), obstetrícia (-3.431) e cirurgia geral (-340).
corpo clínicoO Projeto de Lei 6.964/10 aprovado ontem (23/04) em caráter terminativo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados determina que os contratos entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde sejam feitos por escrito. Um dos objetivos é evitar os descredenciamentos repentinos de profissionais da saúde, clínicas, hospitais e laboratórios. 
 
De acordo com o projeto, as operadoras ficam obrigadas a substituir imediatamente médicos e hospitais descredenciados por outros equivalentes, de forma a garantir que não haja interrupção no tratamento dos pacientes. Essas mudanças terão de ser comunicadas aos consumidores com 30 dias de antecedência 
 
No caso dos reajustes dos valores pagos aos prestadores de serviços, o projeto prevê que se os aumentos não forem definidos até o final de março de cada ano, o percentual poderá ser fixado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
 
Esta proposta já foi aprovada no Senado Federal. Caso não haja requerimento para votação em plenário, o projeto vai à sanção da presidente Dilma Rousseff.

A presidente do Imas, Cristina Laval, e os diretores do órgão, Priccilla Canada e Carlos Henrique Silva, visitaram a sede da Ahpaceg no dia 16 de abril. Em reunião com o presidente Gustavo Gabriel Rassi, diretores da Associação e representantes dos hospitais associados, a presidente do Imas anunciou que as taxas hospitalares pagas pelo instituto serão reajustadas a partir de 1º de maio, as consultas médicas a partir de junho e demais procedimentos terão reajuste a partir de julho de 2014.