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Uma pesquisa divulgada pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) revela que o impacto financeiro da aprovação do projeto de lei que reduz para 30 horas semanais a jornada de trabalho dos profissionais de enfermagem será de R$ 5,4 bilhões apenas no setor hospitalar privado.

De acordo com a pesquisa, o impacto nas instituições com fins lucrativos será de R$ 2,3 bilhões e naquelas sem fins lucrativos, R$ 3,1 bilhões.
Com a redução, segundo estimativas feitas pela Anahp a partir da RAIS (Relação Anual de Informações do Ministério do Trabalho e Emprego), 235 mil novos postos precisariam ser criados, sendo 189 mil de auxiliares e técnicos de enfermagem e 46 mil de enfermeiros.

A Associação alerta que a redução da jornada de enfermeiros e técnicos de 44 horas para 30 horas semanais, prevista no projeto de Lei n° 2.295/00, afetaria também a assistência direta ao paciente, o custo da prestação de serviços nos âmbitos público e privado, além de estimular as múltiplas jornadas de trabalho, que prejudicam o desempenho do profissional e coloca em risco a vida de pacientes. (Com informações: Saúde Business Web)

IPASGOO vice-presidente da Ahpaceg, Haikal Helou, participou da segunda reunião do biênio 2013/14 do CDI (Conselho Deliberativo do Ipasgo). A reunião aconteceu no dia 7 de fevereiro e contou também com as presenças do presidente do instituto, Francisco Taveira Neto; do secretário de Gestão e Planejamento, Leonardo Vilela, e dos demais titulares do CDI: Bruno Perillo, Francisco Azeredo, Múcio Bonifácio Guimarães (representando José Taveira), Fritz Roberto de Oliveira, Gerson Bosco Júnior, Bia de Lima e Marcos Mendes de Rezende, além de diretores do Ipasgo.
Em pauta: propostas de aquisições de terrenos para construção de um estacionamento para o prédio da Rua 2, no Centro; alienações e venda de imóveis; verbas para publicidade de edital de convocação para credenciados para o interior do Estado e cadastro de reserva para a capital.
O presidente do instituto abriu a reunião com uma prestação de contas e fazendo um comparativo entre os últimos quatro anos. Segundo Francisco Taveira, hoje o Ipasgo é um plano de saúde viável, que resgatou sua confiança entre os usuários e prestadores, com respostas rápidas para problemas agudos. Entre as melhorias citadas estão o cumprimento da meta de gastos com a assistência e o aumento dos valores pagos aos médicos e odontólogos.
Haikal Helou e o secretário Leonardo Vilela elogiaram o trabalho desenvolvido pela atual gestão do Ipasgo. A presidente da CUT em Goiás, Bia de Lima, também parabenizou o presidente,  em nome das entidades de classe, ressaltando que ele tem honrado o compromisso de gerir o Ipasgo de forma austera e com rigor na fiscalização.

IPASGODesde ontem (11/02), todos os pagamentos feitos pelo Ipasgo aos prestadores e fornecedores estão sendo creditados exclusivamente em contas correntes da Caixa Econômica Federal (CEF). O Ipasgo alerta que os prestadores e fornecedores que ainda não possuem conta neste banco devem alterar suas contas bancárias, evitando bloqueios ou atrasos em seus pagamentos.

A alteração pode ser feita nas agências da CEF ou em qualquer posto de atendimento do Ipasgo, sede ou unidade do vapt e vupt. O prestador pessoa física deve estar munido com os documentos que comprovem que a conta bancária pertence a ele. Deve também preencher o formulário de Alteração de Conta Bancária e entregá-lo carimbado. No caso do prestador jurídico, o carimbo deve ser da empresa e assinado pelo representante legal da mesma.

Consolidação de players no setor de saúde suplementar e laboratórios deve chegar aos hospitais em breve, avaliam consultores

Nos últimos anos, o setor de saúde brasileiro passou por várias mudanças. Além da consolidação do número de players, mudanças significativas de market share entre as diversas empresas do segmento aconteceram.

O exemplo mais recente, apenas em se tratando de seguros, foi a aquisição da Amil pela gigante americana United Health. No segmento de laboratórios de diagnóstico e análises clínicas, o DASA, maior empresa do segmento, é o resultado de várias aquisições tipo roll-up implementada desde sua abertura de capital na Bolsa de Valores, em 2004. Ainda nesse segmento, o Laboratório Fleury, outro gigante da indústria, atualmente à venda, vem instigando a cobiça de todo tipo de investidores, tais como fundos de private equity e players estratégicos, tanto nacionais quanto internacionais.

Ao que tudo indica, essa onda de consolidação também terá reflexos no segmento hospitalar. Deverá ser um instrumento bastante utilizado, uma vez que, por exemplo, essas instituições busquem obter economias de escala, no intuito de resistir, previamente, às potenciais quedas de faturamento provenientes de mudanças na indústria e em seus cenários micro e macroeconômicos. Nessa linha, um dos players mais ativos é a Rede D'or de hospitais, parceira do Banco BTG, que faz aquisições nesse segmento desde 2010.

As sinergias resultantes da fusão ou aquisição no setor de saúde, além dos benefícios óbvios advindos da eliminação de redundâncias tanto operacionais quanto administrativas, seja nos departamentos, nos produtos ou nos serviços, possibilitam que a nova entidade ou novo hospital musculatura para aproveitar, ainda, outros quatro fatores determinantes.

O primeiro deles é a economia de escala. Ao considerar que, por exemplo, o novo hospital possuirá várias instalações e será capaz de oferecer diferentes tipos de serviço aos segurados e pacientes, ele terá maior poder de negociação junto às companhias seguradoras, em busca de melhores taxas e formas de recebimento. Dessa forma, poderá aumentar suas margens de lucro e obterá uma vantagem competitiva significativa frente a seus concorrentes.

A economia de escala também será refletida na área de suprimentos, uma vez que a entidade deverá desfrutar de descontos e condições de pagamento mais atraentes, por conta do aumento no volume dos pedidos de compra.

O recrutamento de colaboradores e médicos é o segundo fator. O processo terá maior êxito, pois esses profissionais estarão mais dispostos à trabalhar em uma instituição maior, mais bem equipada, e que provavelmente oferecerá melhores condições de trabalho com remunerações mais atraentes. Eles também desfrutarão de benefícios mais relevantes, os quais a entidade resultante poderá oferecer em virtude de seu novo porte.

O fator financeiro é outro determinante. O acesso ao capital é uma das principais razões pelas quais os hospitais menores são adquiridos. Instituições que, historicamente, se esforçavam para levantar apenas financiamentos bancários podem agora utilizar a alavancagem, instrumento que apenas uma instituição mais robusta é capaz de acessar através do mercado de capitais.

Novamente, é válido citar como exemplo recente a Rede D'or, que vendeu os edifícios onde funcionam seus hospitais para o fundo imobiliário canadense NorthWest. Essa engenharia financeira, conhecida como desmobilização, permite que a rede concentre seu capital totalmente na operação hospitalar, bem como nas novas possíveis aquisições. Mais além, o acesso ao capital com custo competitivo também possibilita que a nova entidade implemente reformas e expansões que permitirão ao hospital gerar e manter sua vantagem competitiva vis-à-vis seus concorrentes.

A profissionalização é o quarto fator determinante. Historicamente, no Brasil, médicos se uniam no intuito de construir novos hospitais. Atualmente, muitas dessas instituições cresceram e se tornaram significativas em tamanho, com a conquista de notoriedade em seus campos de atuação e de pesquisa.

Do ponto de vista administrativo, entretanto, essas mesmas instituições se tornaram engessadas, uma vez que diversos acionistas atuam na gestão do negócio. Esse fato ficou ainda mais evidente na medida em que as gerações posteriores de acionistas também vieram a participar da gestão.

Hoje, muitas dessas instituições acreditam que a venda para cadeias hospitalares profissionais seja a solução de seus problemas de gestão.


* Benjamin Yung e Victor Yung são especialistas no segmento de reestruturação financeira e diretores da consultoria Estratégias Empresariais (Fonte: Saúde Business Web)

site seloEm entrevista ao blog do advogado, CEO e sócio fundador do Grupo The1, Christiano Quinan, o vice-presidente da Ahpaceg, Haikal Helou, falou sobre a Classificação Hospitalar e o Selo de Qualidade Ahpaceg. Ele ressaltou que a classificação leva informação ao paciente e essa é a melhor ferramenta que uma pessoa pode ter. Confira a entrevista publicada em http://christianoquinan.blogspot.com.br/2014/02/a-saude-dos-goianos.html

A saúde de nós goianos

Espalhado por toda a cidade, comentado por toda a imprensa, nós goianos agora começamos a ter acesso a informação de EXTREMA RELEVÂNCIA, sobre nossa Saúde. Recentemente, a Ahpaceg (Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás) apresentou para os usuários dos hospitais o selo de classificação dos hospitais de nossa região. Para nos explicar o que significa este selo, entrevistei o Dr. Haikal Yaspers Helou, vice-presidente da Ahpaceg e diretor do Hospital de Neurologia Santa Mônica.

Qual a importância da Classificação Ahpaceg para nós goianos?


Acredito que a melhor ferramenta que uma pessoa pode ter, para ser parte atuante no seu destino é a informação. Quando tomamos decisões baseadas em dados de confiança e qualidade, aumentamos em muito a chance de acerto. A intenção da classificação Ahpaceg é esta, informar de forma clara aos pacientes e seus familiares quais hospitais tem investido em segurança e qualidade, e nesse sentido ela é um marco, pois nada parecido jamais foi feito em nosso Estado.

Quais são os requisitos mínimos que um hospital deve ter para me atender como paciente?

É importante que a unidade tenha resolutividade, que seja capaz de tratar o paciente na sua totalidade. Nos preocupa muito quando vemos na imprensa que uma paciente se internou em uma determinada instituição, houve uma complicação durante o ato cirúrgico, e teve de ser transferida as pressas em uma ambulância para um hospital estruturado. Alguns requisitos consideramos essenciais para chamarmos uma instituição de hospital. Como exemplo cito: pronto-socorro, laboratório, CTI, radiologia 24 horas, gerador de energia e uma abordagem multidiciplinar ao paciente. (A lista completa pode ser vista no site da www.Ahpaceg.com.br)

Eu, como usuário, o que devo fazer para escolher um plano de saúde? E um Hospital?

Essa é uma pergunta que nos é feita com frequência. Muitos pacientes pagam por anos um plano, acreditando que tem cobertura assistencial de qualidade, para na hora que precisam ficarem literalmente a mercê da sorte. Não conseguem agendar consultas, internações, exames mais sofisticados e cirurgias. Mas temos como meta criar também uma classificação para planos de saúde.

O que devemos esperar dos hospitais e dos planos de saúde a partir de agora com a Classificação Ahpaceg?

Um compromisso constante e crescente com a segurança do paciente, com a qualidade do atendimento e a satisfação do paciente. Menos improviso, mais profissionalização. Mas novamente o resultado é diretamente ligado a informação e exigência dos clientes.

A Ahpaceg apresentou, no dia 30 de janeiro, o resultado de sua primeira Classificação Hospitalar e entregou os Selos de Qualidade Ahpaceg aos 15 classificados. Sete hospitais foram classificados na categoria Platina, seis na categoria Ouro e dois receberam o selo Prata. Nas categorias Diamante (a maior) e Bronze (a menor) não houve classificação.

Sizenando da Silva Campos Junior site
Presidente da Unimed Goiânia, Sizenando da Silva Campos Júnior, parabenizou a Ahpaceg pela classificação e disse que instituições, como a Unimed Goiânia e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), através dos programas Quali Pres e Qualis, também trabalham neste sentido de avaliar e estimular a melhoria da qualidade e da segurança dos serviços de saúde.
Patrícia Prioto siteAvaliadora do Sistema de Gestão da Qualidade, a auditora Patrícia Vessecchi Costa Prioto (foto), lembrou que no início do processo de avaliação houve resistência por parte de alguns hospitais.
 
“Isso faz parte do nosso cotidiano profissional, mas entendemos que não é fácil para o gestor de um hospital abrir suas portas para uma auditoria, críticas e um novo tipo de gestão e, por isso, parabenizo estes gestores pela coragem que nos possibilitou realizar este grande projeto”, disse, acrescentando que hoje os hospitais continuam a trabalhar em prol da qualidade na saúde e muitos estão projetando o início de um processo de Acreditação Hospitalar ONA.
 
“Nos orgulhamos muito em saber que a sociedade, a partir daqui, terá plena confiança na escolha da melhor instituição de saúde de grande complexidade para se entregar aos cuidados da mesma”, disse Patrícia.
O POPULAR (1º/02/14)
 
Coluna Spot
 
SELO COLUNA SPOT 01 02 14-001
 
 
 
Gustavo Gabriel Rassi (esquerda), presidente da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade de Goiás, e Haikal Helou, vice-presidente da entidade, durante jantar na Maison Florency para apresentação do resultado da classificação hospitalar e entrega de selos de qualidade
 
 
 
Ana Maria Passani Miranda, empresária, comemorou o aniversário na festa dos hospitais, ao lado do marido, o médico Wagner Miranda
 
 
O médico Urano Ribeiro Guimarães a filha dele, também médica, Marília Rodovalho (esquerda), e Kênia Araújo, enfermeira, eram convidados da solenidade
Matéria veiculada no jornal A Redação em 1º/02/14
 
Ahpaceg entrega Selo de Qualidade a hospitais goianos
15 grandes hospitais foram contemplados
  
A Redação 
 
SELO A REDACAO 01 02 14-001Goiânia -  A Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg)  entregou, no último dia 30/1, os Selos de Qualidade Ahpaceg aos hospitais classificados. Os selos foram conferidos com base na pontuação alcançada por 15 grandes hospitais goianos na Classificação Hospitalar promovida pela Ahpaceg e realizada por auditores independentes
O presidente da  Ahpaceg, Gustavo Gabriel Rassi, destacou que a divulgação da Classificação Hospitalar Ahpaceg e a entrega do Selo Ahpaceg de Qualidade são um marco na saúde em Goiás, pois oferecem à sociedade um novo instrumento para a avaliação e escolha dos serviços hospitalares.
A classificação considerou, por exemplo, a infraestrutura, serviços e equipamentos mínimos que um estabelecimento precisa ter para ser chamado de hospital, entre eles, ter pronto-socorro 24 horas; no mínimo 40 leitos comuns e 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI); pelo menos três serviços de diagnóstico e terapêutica 24 horas (ressonância, tomografia, raio x, ultrassonografia ou hemodinâmica).
Avaliou também critérios, como a existência e o efetivo funcionamento de Comissões de Controle de Infecção Hospitalar, de Ética e de Óbito.
 
Contemplados
Sete hospitais foram classificados na categoria Platina, seis na categoria Ouro e dois receberam o selo Prata. Nas categorias Diamante (a maior) e Bronze (a menor) não houve classificação.
Pela ordem de classificação, na categoria Platina foram classificados o Hospital Anis Rassi, Hospital Santa Helena, Hospital de Acidentados, Hospital e Maternidade Jardim América, Hospital Evangélico de Anápolis, Hospital Santa Mônica e Hospital Amparo.
Na categoria Ouro, foram classificados o Instituto Ortopédico de Goiânia, Hospital Monte Sinai, Hospital da Criança, Hospital São Silvestre, Hospital São Francisco de Assis e Hospital Samaritano. Na categoria Bronze, a classificação ficou com o Hospital Infantil de Campinas e o Hospital São Salvador .
 
Avalição
A avaliação seguiu parâmetros técnicos internacionais e previstos no Manual de Classificação Ahpaceg, que foi elaborado pela Associação com a assessoria de representantes dos maiores compradores de serviços de saúde no Estado: o Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), a Unimed Goiânia e o grupo Unidas.
Os auditores avaliaram critérios, como a complexidade, resolutividade, qualidade e segurança em todos os setores dos hospitais. O questionário de avalição incluiu 230 questões sobre os mais diversos aspectos, com pesos diferenciados para cada grupo. A pontuação máxima prevista era de 245 pontos.
Haikal Helou, vice-presidente da Ahpaceg e um dos idealizadores do processo de classificação iniciado há três anos, ressaltou que há classificações em vários segmentos, como o de restaurantes e hotéis, que norteiam as escolhas dos clientes. Mas, na área da saúde, ainda há essa lacuna.
Com a Classificação Hospitalar, segundo ele, a Ahpaceg oferece à população um meio de avaliar se o hospital oferece segurança ao paciente. Para essa classificação, os hospitais passaram por uma minuciosa avaliação feita por auditores independentes e capacitados em metodologias de certificação internacional.
O vice-presidente da Ahpaceg explicou que a os hospitais classificados passarão por uma nova avaliação a cada dois anos. “A expectativa é que melhorem sua classificação a cada avaliação”, disse, adiantando que a próxima edição deve avaliar também o corpo clínico dos hospitais. A Classificação Hospitalar Ahpaceg pode ser estendida a não associados da entidade.
 
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