PROJETO INDICADORES: Ahpaceg divulga indicadores assistenciais do primeiro trimestre de 2026

Dando continuidade à divulgação do Projeto Indicadores, uma iniciativa pioneira na rede hospitalar privada goiana, a Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg) publica os índices assistenciais e operacionais do primeiro trimestre de 2026, registrados entre instituições associadas.

Com essa divulgação iniciada em janeiro com a publicação de dados referentes ao segundo semestre de 2025, a Ahpaceg oferece ao setor de saúde, aos compradores de serviços e aos pacientes informações atuais e transparentes, que permitem o monitoramento da segurança e da qualidade dos serviços prestados pelos hospitais.

“A divulgação periódica dos indicadores hospitalares oferece à sociedade informações objetivas sobre a assistência prestada pela rede hospitalar associada”, afirma o presidente da Ahpaceg, Renato Daher, destacando que a partir dessas informações o público pode tomar decisões mais assertivas ao buscar os serviços de saúde.

A enfermeira Madalena Del Duque, coordenadora de Educação Continuada da Ahpaceg, complementa que o projeto permite o acompanhamento contínuo de indicadores relacionados à qualidade, segurança assistencial, eficiência operacional e desempenho, beneficiando pacientes e os hospitais. “O paciente tem dados para análises comparativas entre os hospitais e as instituições têm elementos para melhorar os seus serviços”, diz.

A divulgação periódica dos dados, que conta com apoio técnico da NCI Innova, também possibilita a construção de uma série histórica dos indicadores, permitindo o acompanhamento de tendências, identificação de oportunidades de melhoria e fortalecimento de estratégias de gestão hospitalar em Goiás.

Confira os dados consolidados das instituições participantes no primeiro trimestre de 2026:

PROJETO INDICADORES |AHPACEG

Índices assistenciais e operacionais do primeiro trimestre de 2026, registrados entre instituições associadas.

* Taxa de ocupação operacional: 73,30%

* Média de permanência geral: 2,90 dias

* Índice de giro de leitos: 5,65

* Média de permanência em UTI adulto: 4,38 dias

* Taxa de conversão de internação do pronto-socorro para UTI: 1,98%

* Taxa de conversão de internação do pronto-socorro para apartamento/enfermaria: 8,43%

* Taxa de mortalidade institucional: 2,12%

* Taxa de mortalidade operatória: 0,60%

* Taxa de pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos: 65,15%

* Taxa de parada cardiorrespiratória em unidades de internação: 0,08%

* Taxa de reinternação hospitalar em até 30 dias: 1,09%

* Taxa de quedas: 0,27%

* Taxa de lesão por pressão: 0,51%

* Densidade de incidência de erro de medicação: 0,94‰

* Taxa de parto normal: 21,46%

* Taxa de partos cesáreos: 78,54%

* Taxa de infecção de sítio cirúrgico em cirurgias limpas: 0,59%

* Densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea relacionada a cateter venoso central em UTI adulto: 6,26‰

* Taxa de utilização de cateter venoso central em UTI adulto: 47,18%

* Densidade de incidência de pneumonia relacionada à ventilação mecânica em UTI adulto: 7,94‰

* Taxa de utilização de ventilação mecânica em UTI adulto: 21,54%

* Densidade de incidência de infecção do trato urinário relacionada a cateter vesical de demora em UTI adulto: 3,07‰

* Taxa de utilização de cateter vesical de demora em UTI adulto: 40,10%