site reunião codese 14 03 16Três das dez Câmaras Técnicas do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Goiânia (Codese) apresentaram hoje (14) suas propostas para o desenvolvimento da capital até 2033, quando a cidade completará 100 anos. A apresentação das prioridades elencadas pelas câmaras de Vestuário e Moda, Polo Tecnológico e Melhoria da Gestão Pública aconteceu durante reunião na sede da Ahpaceg, uma das entidades fundadoras do Codese e coordenadora da Câmara Técnica da Saúde.

 

As propostas foram debatidas por representantes de entidades, como a Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás (Acieg), Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-GO), Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias de Goiás (Secovi-GO), Sindicato das Indústrias de Confecção de Roupas em Geral de Goiânia (Sindiroupas), Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg) e Sebrae-GO.

 

A Ahpaceg foi representada na reunião pelo presidente Haikal Helou e pelo tesoureiro Gustavo Clemente. O presidente do Ipasgo, Francisco Taveira Neto, também participou da reunião. As propostas da Câmara Técnica da Saúde serão apresentadas ainda em março.

 

DSC 0270Até maio, o Codese espera concluir a análise dos relatórios das dez câmaras - Saúde; Logística e Distribuição; Vestuário e Moda; Turismo de Negócios; Polo Educacional; Polo Tecnológico; Social; Negócios Agropecuários; Desenvolvimento Urbano e Melhoria da Gestão Pública - e aprovar as propostas para o desenvolvimento sustentável da capital e que coloquem a cidade entre as 10 primeiras no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

 

Essas propostas serão encaminhadas a todos os candidatos à prefeitura nas eleições deste ano. A expectativa é que eles assumam o compromisso de colocar em prática o planejamento elaborado pelas entidades que integram o Codese. Formado por instituições representativas de vários segmentos da sociedade, como a indústria, comércio, saúde e educação, o comitê foi criado em junho de 2015 para planejar, formular e cobrar a execução de políticas de desenvolvimento econômico e social da capital.

 

FACEBOOK - Curta nossa página no facebook e confira outras fotos do encontro

 

Segunda, 14 Março 2016 21:51

Ahpaceg sedia reunião do Codese - 14/03/16

Escrito por
Quinta, 10 Março 2016 16:38

Ahpaceg vai sediar reunião do Codese

Escrito por

Logo AhpacegNa segunda-feira, 14 de março, a partir das 8h30, a Ahpaceg vai sediar a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Goiânia (Codese). Durante o encontro, Câmaras Técnicas do Codese vão apresentar suas prioridades para o desenvolvimento da capital nos próximos anos.

O Conselho conta com dez Câmaras Técnicas para tratar assuntos apontados como fundamentais para o desenvolvimento da Capital, nas seguintes áreas: Saúde; Logística e Distribuição; Vestuário e Moda; Turismo de Negócios; Polo Educacional; Polo Tecnológico; Social; Negócios Agropecuários; Desenvolvimento Urbano e Melhoria da Gestão Pública. A Câmara Técnica da Saúde tem a coordenação da Ahpaceg, que é uma das 14 entidades fundadoras e integrantes do comitê.

Criado em junho de 2015, o Codese é formado por entidades representativas de vários segmentos da sociedade, como a indústria, comércio, saúde e educação, e tem como objetivo planejar, formular e cobrar a execução de políticas de desenvolvimento econômico e social da capital.

dmEm entrevista ao jornal Diário da Manhã (clique aqui e confira) desta quarta-feira, 9, o diretor do Hospital São Francisco de Assis, Hugo Frota, fala sobre os atrasos nos pagamentos devidos aos hospitais credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e as dificuldades que a falta deste pagamento tem gerando no setor. Ele relata que até o momento, os hospitais ainda não receberam parte dos serviços prestados em novembro de 2015, que já deveria ter sido paga pela prefeitura de Goiânia.

“O poder público está matando os hospitais”, critica o diretor do Hospital São Francisco de Assis, um dos associados da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg). Esses atrasos nos pagamentos e a falta de perspectiva para a solução do problema levaram o Hospital São Francisco de Assis e outros sete associados da Ahpaceg a reduzirem o atendimento pelo SUS em 80%.

A redução entrou em vigor em 20 de dezembro passado e vem afetando drasticamente a prestação de serviços, como a realização de cirurgias eletivas no Estado. Há cerca de um mês, em entrevista à Rádio CBN, o presidente da Ahpaceg, Haikal Helou, denunciou que essas cirurgias praticamente acabaram em Goiás (clique aqui e confira).

 

Há tempos, a Ahpaceg busca uma solução para o problema junto aos gestores do SUS no Estado e ao Ministério Público Estadual. Sem um acordo que garanta o pagamento das faturas em dia e o fim dos cortes sem justificativas dos serviços prestados, em 20 de novembro passado, os hospitais associados reduziram o atendimento em 20%. As tentativas de negociações continuaram, mas não houve qualquer avanço e, diante deste quadro, no mês seguinte, os hospitais se viram obrigados a suspender 80% do atendimento.

 

A redução em vigor atinge o Instituto de Neurologia de Goiânia, Hospital da Criança, Hospital Infantil de Campinas, Hospital Monte Sinai, Hospital São Francisco de Assis, Hospital Santa Genoveva (em Goiânia), Hospital Santa Mônica (em Aparecida de Goiânia) e Hospital Evangélico Goiano (em Anápolis).

coracao freepikO mercado brasileiro de planos de saúde médico-hospitalares perdeu 766 mil beneficiários em 2015, o que representou uma queda de 1,5% em relação ao ano anterior. Os dados constam no boletim “Saúde Suplementar em Números”, produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que, dessa forma, registrou um total 49,73 milhões de beneficiários em dezembro de 2015, ante 50,50 milhões, em dezembro de 2014. A base de dados pode ser consultada no IESSData, serviço interativo disponibilizado pelo IESS para consulta de indicadores do setor de saúde e da economia brasileira.

Os contratos coletivos empresariais, aqueles oferecidos pelas empresas aos seus funcionários, foram o principal segmento a pressionar as perdas: o saldo foi negativo em 404,8 mil vínculos, uma diminuição de 1,2% em relação a 2014. Isso significa que, somente os planos coletivos empresariais responderam por 52,85% de todos os beneficiários que deixaram de ter plano de saúde em 2015. 

“A saúde suplementar, da mesma forma que toda a economia brasileira, passa por um momento difícil por conta da crise econômica. A situação aqui é mais preocupante porque a queda de receitas não está sendo acompanhada pela diminuição da variação dos custos para o setor. Até junho de 2015, a Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) apurada pelo IESS teve alta de 17,1% em 12 meses. Experiências nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, mostram que, quando houve crise financeira, a variação dos custos da saúde cedeu. No caso brasileiro, isso não está acontecendo”, afirma o superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro.

O IESS constatou retração em todos os tipos de contratação de planos de saúde. Os planos coletivos por adesão (aqueles firmados por intermédio de entidades de classe, por exemplo) registraram queda de 1,9% do total de vínculos em 2015 em comparação a 2014, ou saída de 128,7 mil beneficiários. Já o total de beneficiários de planos individuais ou familiares caiu 1,6%, o que representa 158,6 mil vínculos a menos que em 2014.

Apesar de expressiva a queda do número de beneficiários, Carneiro analisa que o setor demonstra a resiliência em relação ao conjunto da economia. Ele observa que o Produto Interno Bruto (PIB) encerrou 2015 com retração de 3,8% e o mercado de trabalho registrou, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, fechamento de 1,54 milhão de postos com carteira. “Se olharmos para o conjunto da economia, a saúde suplementar sofreu os impactos, mas em menor intensidade, porque o plano de saúde é um bem muito valorizado e as pessoas tentam, na medida de suas possibilidades, manter esse benefício”, observa.

Mas, em função da queda generalizada do número de beneficiários, ele qualifica a situação como “grave”. “Nossa hipótese é que os planos coletivos por adesão receberam, num primeiro momento, a migração de beneficiários de planos empresarias de trabalhadores que perderam o emprego. Entretanto, com o agravamento da crise e o efeito sobre renda, é possível que os beneficiários de planos coletivos por adesão, independentemente do momento de ingresso, tenham dificuldade para conseguir manter seus planos”, analisa. 

Fonte: IESS

 

 

A Libbs comunica o recolhimento voluntário de lotes específicos do produto FauldmetroÒ, nas concentrações de 1g e 5g, em função de um desvio detectado, que compreende uma descrição equivocada nas embalagens primária (rótulo do frasco) e secundária (cartucho) referente à via de administração.

O FauldmetroÒ 1g e 5g deve ser administrado exclusivamente pelas vias intravenosa, ou intramuscular e não por via intratecal, conforme consta nas embalagens dos seguintes lotes: FauldmetroÒ 1g: 15D0450, 15G0380 e FauldmetroÒ 5g: 15C0246, 15E0519, 15F0102, 15H0154, 15I0324, 15K0488, 15K0490.

A Libbs salienta que este desvio nas embalagens está relacionado apenas às informações contidas no rótulo do frasco e no cartucho e que não afeta a eficácia do produto, reafirma o seu compromisso com a segurança e a qualidade dos seus produtos e se coloca à disposição para mais informações por meio do seu Serviço de Atendimento ao Cliente, pelo telefone 0800 013 50 44 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.">O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. O horário de atendimento telefônico é das 7h às 20h, de segunda a sexta-feira e, aos sábados, das 8h às 18h. 

 

 

 

emergencia-hospitalAté o início da próxima semana, a Câmara Municipal de Goiânia deve promulgar a lei de autoria do vereador Eudes Vigor (PMDB) que obriga a Secretaria Municipal de Saúde a divulgar em seu site, em tempo real, a quantidade de pacientes que aguardam por leitos de UTI (Unidades de Terapia Intensiva) pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em hospitais de Goiânia. Aprovado em setembro de 2015, o projeto tinha sido vetado pelo prefeito Paulo Garcia (PT), mas, em sessão realizada ontem, 1º de março, o veto foi derrubado por pelos vereadores por 19 votos a zero.

Em seu veto, o prefeito alegou que o projeto representa intromissão indevida do Legislativo em atividades próprias do Executivo e que a divulgação desta lista de espera poderá causar “erros de interpretação e especulações equivocadas, que implicariam em possíveis transtornos e até mesmo desgaste à administração pública”.

Para o autor da lei, a divulgação dará maior transparência à regulação das vagas de UTI na capital, com a identificação da quantidade de pacientes na lista de espera, a especialidade de cada caso e o município e estado de origem destes pacientes.

Ao assegurar à população o acesso a essa informação – um direito previsto na Lei Federal Nº 12.527/2011, a Lei da Transparência -, o projeto, segundo o vereador, também contribuirá para fortalecer as ações em defesa do SUS e de mais verbas para a saúde. “Cientes das dificuldades para o encaminhamento de pacientes e da lista de espera, as pessoas terão mais força e condições para reivindicar melhorias e mais recursos para a saúde pública”, diz Eudes Vigor.

 

Confira a nota publicada no jornal O Popular em 28/02/16:

 

Dr. Aristóteles de Paula e Souza: uma grande perda e um exemplo a ser seguido

A morte do médico Aristóteles de Paula e Souza, um dos fundadores do Hospital Santa Helena, deixa uma grande lacuna na medicina e na saúde em Goiás. No dia 25 de fevereiro, perdemos um colega, um homem respeitável e um grande médico, que sempre acreditou na profissão e muito colaborou para o avanço da medicina goiana.

A Ahpaceg une-se ao Hospital Santa Helena, à família e aos amigos do dr. Aristóteles de Paula e Souza neste momento de dor, mas com a certeza que o grande exemplo que ele nos deixa nos dará força para seguir trabalhando em prol da saúde e do setor hospitalar goiano, com o qual ele tanto contribuiu.

Ahpaceg 

 

NOTA PESAR DR ARISTOTELES

COMURGEm entrevista à Rádio CBN, no dia 22 de fevereiro, o presidente da Ahpaceg, Haikal Helou, falou sobre a coleta do lixo nos hospitais associados. Clique e ouça a entrevista

A partir desta segunda-feira (22), a prefeitura de Goiânia começa a cobrar pelo serviço de coleta do lixo hospitalar. Sobre o assunto, Luiz Geraldo entrevistou o presidente da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás, Haikal Helou. Ele também falou sobre a falta de repasses para cirurgias eletivas.

 

O assunto também foi abordado em entrevista à Rádio 730, no dia 19 de fevereiro. Confira a matéria:

 

 

Comurg passa a cobrar para recolher lixo de hospitais particulares

 

A partir da próxima segunda-feira (22), a Comurg vai cobrar para coletar e tratar o lixo hospitalar dos hospitais particulares de Goiânia.

De acordo com a assessoria da empresa pública, o valor cobrado será de R$ 3,51 por quilo de lixo.

O presidente da Comurg, Edilberto Dias, explica que a cobrança passará a ser feita porque a prefeitura não tem mais condições de arcar com um serviço que é caro. "Este lixo precisa ser recolhido sem o contato humano. Depois é levado para Brasília, onde uma empresa faz a esterilização, depois volta para Goiânia para ser acomodado no nosso aterro," explica.

O presidente da Associação de Hospitais de Alta Complexidade, Haikal Helou, considera injusta a cobrança. "Nossos impostos arcam com este trabalho," justifica.

Helou conta que a associação já contratou uma empresa privada para recolher o lixo. Ele não quis revelar os valores, mas garante que é inferior ao preço cobrado pela prefeitura de Goiânia.

O presidente da Comurg disse o lixo segue sendo recolhido normalmente nos hospitais públicos. Ele também conta que em breve grandes geradores de lixo, com shoppings e supermercados, também precisarão pagar pelo serviço de coleta.

medical-563427 1280A partir de hoje (18/02), doenças decorrentes do vírus da zika fazem parte da lista nacional de notificação compulsória e devem ser comunicadas às autoridades de saúde pelos médicos ou outros profissionais de saúde dos serviços públicos e privados de todo o País. A notificação compulsória abrange os casos de doença aguda pelo vírus da zika, doença aguda pelo vírus da zika em gestante e óbito com suspeita de doença pelo vírus da zika, sendo que esses dois últimos devem ser comunicados imediatamente.

A inclusão dos casos de zika na lista de doenças e agravos de notificação compulsória, da qual já fazem parte a dengue e febre chikungunya - também transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti - e mais de 40 outras doenças,  foi determinada pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria número 204, de 17 de fevereiro de 2016, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União (clique aqui e confira). 

De acordo com a portaria, a notificação compulsória semanal será feita à Secretaria de Saúde do Município do local de atendimento do paciente com suspeita ou confirmação de doença ou agravo de notificação compulsória. Nos próximos três meses, a Secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde publicará normas técnicas complementares relativas aos fluxos, prazos, instrumentos, definições de casos suspeitos e confirmados, funcionamento dos sistemas de informação em saúde e demais diretrizes técnicas para o cumprimento e operacionalização das regras previstas na portaria.