Administrador

Administrador

selo ahpaceg siteNo próximo dia 30, quinta-feira, a Ahpaceg vai apresentar o resultado de sua Classificação Hospitalar, feita a partir de uma criteriosa avaliação dos hospitais filiados. Para serem classificados, os hospitais abriram suas portas para auditores independentes e altamente capacitados em metodologias de avaliação e certificação internacional.

Com base em parâmetros técnicos internacionais e previstos no Manual de Classificação Ahpaceg, os auditores avaliaram critérios como a complexidade, resolutividade, qualidade e segurança em todos os setores dos hospitais: da recepção ao centro cirúrgico, da cozinha à lavanderia, etc.

O resultado da Classificação Hospitalar Ahpaceg será um marco na saúde em Goiás e vai oferecer à sociedade um novo instrumento para a avaliação e escolha dos serviços hospitalares. Aguarde!

Leia mais sobre a Classificação Hospitalar Ahpaceg

jornada de trabalhoA principal pauta de reivindicações das centrais sindicais para este ano é a votação da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Em discussão na Câmara dos Deputados desde 1995, a proposta de emenda à Constituição (PEC231/95) está há quase cinco anos em condições de ser votada em primeiro turno pelo Plenário. De lá para cá, já houve 12 requerimentos de inclusão da proposta na Ordem do Dia.

O texto foi aprovado pela Comissão Especial da Jornada Máxima de Trabalho em julho de 2009 em clima de festa no auditório Nereu Ramos da Câmara, com a presença de representantes de todas as centrais sindicais. Além de reduzir as horas trabalhadas, a proposta também prevê a elevação da hora extra de 50% para 75% sobre o valor da hora normal.

A última redução da jornada de trabalho ocorrida no País foi na Constituição de 1988, quando as horas trabalhadas passaram de 48 para 44 horas semanais. Segundo o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), as novas tecnologias agregadas à atividade produtiva justificam a aprovação da proposta.

"Hoje, com a mesma força de trabalho, você produz 3, 4 vezes mais do que o que se produzia há 25 anos. Portanto, esse ganho de produtividade está sendo apropriado pelos empregadores, pelos empresários e isso terá que ser repartido pelo conjunto da sociedade, especialmente para os trabalhadores."

Criação de empregos
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese), a redução da jornada de trabalho pode criar até 2,5 milhões de empregos. Em março do ano passado, a presidente Dilma Rousseff chegou a se comprometer, durante reunião com sindicalistas, a analisar várias das reivindicações das centrais sindicais, entre elas a redução da jornada de trabalho.

Para virar realidade, a proposta de emenda à Constituição precisa de apoio de 2/3 dos deputados para ser aprovada na Câmara em dois turnos de votação. Em seguida, passa a análise semelhante no Senado Federal.(Fonte: Agência Câmara)

Terça, 14 Janeiro 2014 14:09

Prazos que vencem

calendarioContribuição Sindical - O prazo para o pagamento da Contribuição Sindical 2014 vence em 31 de janeiro. A tabela para o cálculo do valor devido e a guia para o recolhimento do tributo estão disponíveis no site do Sindhoesg: www.sindhoesg.org.br. O pagamento é obrigatório, independentemente de o estabelecimento ser ou não filiado ao sindicato.

Rais - O prazo de entrega da declaração da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ano-base 2013 inicia-se em 20 de janeiro e vence em 20 de março de 2014. De acordo com a Portaria MTE nº 2.072/2013, do Ministério do Trabalho e Emprego, foi estabelecida a obrigatoriedade da utilização de certificado digital, exceto para a transmissão de RAIS Negativa e para os estabelecimentos que possuem menos de 11 vínculos.

Anuidade Cremego - A anuidade de 2014 devida ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) pode ser paga pelos médicos (pessoa física) à vista e com desconto de 5% até o dia 31 de janeiro ou com 3% de desconto até 28 de fevereiro. Para pagamentos entre 1º e 31 de março, o médico perde o direito ao desconto. Anuidades que não forem pagas até 31 de março estão sujeitas a multa e juros. A Unimed Goiânia anunciou que vai quitar a anuidade de seus médicos cooperados, como vem fazendo desde 2007. Para as pessoas jurídicas, o cálculo da anuidade é baseado na faixa de capital social e o prazo para quitação vence em 31 de janeiro. Clique aqui e confira os valores e formas de pagamento.

Núcleo de Segurança do Paciente - O prazo definido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que os serviços de saúde estruturem o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e desenvolvam o Plano de Segurança do Paciente (PSP) vence no dia 26 de janeiro.


ANSA Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) iniciou em janeiro uma consulta pública (número 54) para a elaboração de normativa que estimule as boas práticas entre as operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços. A consulta começou no dia 6 de janeiro e os interessados em participar têm até 4 de fevereiro para enviarem suas críticas e sugestões.

A proposta de nova Resolução Normativa estabelece indicadores que permitirão à ANS acompanhar a relação entre operadoras e prestadores e estimular a adoção de boas práticas no relacionamento entre eles. O objetivo é incentivar uma relação mais equilibrada entre as operadoras e os profissionais de saúde, hospitais, clínicas e laboratórios, assegurando que suas práticas propiciem cada vez mais um atendimento de qualidade aos consumidores.
“Um dos grandes desafios que temos é o de promover o alinhamento dos interesses das operadoras e dos prestadores em prol dos consumidores. Portanto, a adoção de boas práticas é fundamental para que a melhoria da assistência à saúde seja constante e esteja no centro das discussões do setor”, afirmou o diretor-adjunto de Desenvolvimento Setorial, Leandro Fonseca.

A participação da Ahpaceg

O assessor jurídico da Ahpaceg, Tenório César da Fonseca, alerta que a participação dos hospitais associados neste processo é de suma importância. Ele sugere que sejam enviadas propostas a fim de garantir o direito dos prestadores de participarem da elaboração dos contratos e, principalmente, de terem assegurado o reajuste da remuneração dos serviços quando o valor pago for insuficiente.
Para participar, acesse o portal da ANS (www.ans.gov.br), clique em “Participação da Sociedade/Consultas Públicas”, acesse a Consulta Pública número 54 e preencha o formulário eletrônico.

site ahpaceg-001O site da Ahpaceg está com um novo layout, mais moderno, dinâmico, com novos conteúdos e de mais fácil navegação. Com a criação deste novo portal, a Ahpaceg busca estreitar sua comunicação com os hospitais associados, levando mais informações aos diretores, corpo clínico e colaboradores destas unidades.
O novo site também busca mostrar à sociedade (gestores, compradores de serviços, profissionais e usuários de serviços de saúde, formadores de opinião e outros) um pouco do trabalho desenvolvido pela Ahpaceg. “Com esse novo site, buscamos dar maior visibilidade à atuação da Ahpaceg, que vem sendo ampliada a cada dia, sempre visando a melhoria da assistência hospitalar em Goiás”, diz o presidente Gustavo Rassi.
No site, o usuário encontra informações sobre a Ahpaceg, o trabalho da associação, orientações sobre a contratação de serviços hospitalares, gestão hospitalar, legislação, orientações trabalhistas e outros assuntos de interesse dos associados e dos usuários de serviços de saúde. As informações são disponibilizadas em textos, fotos e vídeos.
A estrutura do site conta com uma grade "modular", ou seja, o conteúdo está dividido em módulos, o que facilita a navegação. O layout dá ênfase ao conteúdo e as cores da identidade visual, nas quais predomina o verde, foram dispostas ao longo da página, o que estimula a intuitividade do usuário. A criação do site foi coordenada pela assessora de comunicação da Ahpaceg, Rosane Rodrigues da Cunha, e desenvolvida pela empresa TDH Websites.

Acesse www.ahpaceg.com.br e confira.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que as operadoras de planos de saúde podem fixar nos contratos as doenças que serão cobertas, mas não podem estipular tipo de tratamento que será utilizado pelo médico. O caso foi decidido em um processo em que empresa Itauseg Saúde S/A negou-se a autorizar procedimento que usa um robô para tratar um paciente com câncer.
De acordo com informações do processo, a empresa cancelou a autorização para uma cirurgia após constatar que o procedimento seria feito com o auxílio de robô. Segundo o medico da paciente, o tipo de tratamento era indispensável para a evitar a evolução da doença. De acordo com a ministra Isabel Gallotti, relatora do processo na Quarta Turma do STJ, as operadoras não podem negar acesso a procedimentos mais modernos para fazer o tratamento.
"Sendo certo que o contrato celebrado entre as partes previa a cobertura para a doença que acometia o autor da ação, é abusiva a negativa da operadora do plano de saúde de utilização da técnica mais moderna disponível no hospital credenciado pelo convênio e indicado pelo médico que assiste o paciente, nos termos da consolidada jurisprudência deste tribunal sobre o tema", diz a ministra.
Doenças genéticas
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou normas que ampliam a cobertura obrigatória dos planos de saúde para exames de 29 doenças genéticas. A medida começa a valer a partir do dia 2 de janeiro de 2014, assim como o novo rol de procedimentos obrigatórios dos planos. Um dos exames que deverá ser oferecido é para a análise dos genes BRCA1/BRCA2, usado na detecção de câncer de mama e ovário hereditários.
Outro incluído na lista é o teste para a diagnóstico da síndrome de Lynch, doença que aumenta o risco de câncer intestinal e outros tumores. De acordo com a ANS, testes genéticos já eram obrigatórios, e com as novas diretrizes, ficam definidos critérios para uso da tecnologia e tratamento dessas doenças. No total, foram acertadas 22 normas relacionadas à assistência, ao tratamento e aconselhamento de doenças genéticas. Uma das exigências, por exemplo, é que o exame seja prescrito por um geneticista. A lista com as doenças abrangidas está disponível no site da ANS.

A existência de vaga não garante ao deficiente sua colocação na empresa, porque as exigências legais não retiram do empregador seu poder de escolha na seleção dos empregados. Esse foi o entendimento aplicado pela 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao manter decisão que anulou multa imposta a um hospital por não cumprir cota para deficientes.

No caso, o Ministério Publico do Trabalho da 20ª Região (SE) pedia reanálise da decisão do Tribunal Regional do Trabalho de Sergipe que havia anulado auto de infração aplicado contra o hospital em junho de 2006. De acordo com o órgão, a empresa descumpriu o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) ao exigir condições impossíveis de serem alcançadas pelos candidatos com deficiência física. Para o MPT, teria sido admitida "uma forma transversa para o descumprimento do artigo 93 da Lei 8.213/91". Em sua defesa, o hospital alegou que não contratou conforme a lei porque não havia pessoas com necessidades especiais interessadas nas vagas disponíveis para a função.

O que diz a lei - O artigo 93 da Lei 8.213/91, que trata do sistema de cotas nas empresas, diz que as empresas que possuam 100 ou mais empregados devem assegurar o percentual de 2% a 5% dos seus cargos a beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência.

A incidência de algumas infecções hospitalares aumenta até 57% no verão, segundo estudo da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu, interior de SP.

A pesquisa envolveu 5.000 exames de sangue de pacientes internados no HC de Botucatu com infecção sanguínea, geralmente associada ao uso de cateteres. Desses, 1.500 tinham infecções adquiridas dentro do hospital.

Após testes estatísticos, os pesquisadores identificaram que as bactérias gram-negativas, principais causadoras de infecção hospitalar, têm comportamento sazonal.

No caso das bactérias do gênero Enterobacter, responsáveis por infecções respiratórias e urinárias, o aumento de casos foi de 57% entre outubro e março em relação ao período de abril a setembro.

Já os casos de Acinetobacter baumannii, bactéria causadora de infecções graves e resistentes a antibióticos, tiveram crescimento de 41% no período mais quente.

"Ela, ao lado da KPC, é o terror das UTIs", diz o infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo.

Segundo Carlos Magno Fortaleza, professor da Unesp e orientador do trabalho, para cada 1º C a mais na temperatura média mensal, aumentou em 13% a incidência da Acinetobacter.
prevenção

A pesquisa é resultado da tese de doutorado da enfermeira Silvia Caldeira e será publicada como artigo científico na edição deste mês da revista "Infection and Hospital Epidemiology".

O estudo sugere que as campanhas de prevenção da infecção hospitalar ocorram no verão, entre dezembro e março, e não em maio, como acontece hoje.

As campanhas orientam sobre a importância da lavagem correta das mãos (com água e sabão ou usando álcool-gel) e do controle da infecção hospitalar com isolamento de pacientes.

Segundo Timerman, a preocupação com as infecções por bactérias multirresistentes é tamanha que já existe uma proposta internacional de colocar em unidades de isolamento todos os pacientes de UTI, mesmo que eles não estejam infectados.

"É uma medida extrema, já que as soluções mais simples, como a higiene adequada das mãos, continuam falhando", diz o infectologista.

Sazonalidade

São várias as hipóteses que podem explicar a sazonalidade das infecções hospitalares, segundo Carlos Fortaleza, da Unesp.

Entre elas está a possibilidade de algumas proteínas da bactéria se expressarem mais no verão, tornando-a mais agressiva. Como há mais umidade no verão, isso pode favorecer a proliferação dos micro-organismos.

O fato de as bactérias aumentarem a capacidade de invadir tecidos corpóreos quando expostas a temperaturas altas também levaria ao aumento das infecções.

Outra hipótese já levantada em outros países é o chamado subdimensionamento de enfermagem, ou seja, poucas enfermeiras cuidando de muitos pacientes. "Pode haver descuido na lavagem das mãos ou na observação de isolamento dos pacientes", diz Fortaleza.

Ele afirma que ainda existe a possibilidade de os profissionais de saúde trazerem as bactérias –mais abundantes no ambiente externo– em suas mãos ou roupas quando chegam ao hospital.

A próxima etapa do estudo será analisar dados de hospitais de outras regiões do país para verificar se nesses locais há sazonalidade semelhante à verificada no Hospital das Clínicas de Botucatu.

(Fonte: Folha de S.Paulo, 02/01/14)

O POPULAR

Coluna Spot - Ranking

Gustavo Rassi e Haikal Helou, presidente e vice-presidente da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade de Goiás (Ahpaceg), apresentarão no dia 30 a Classificação Hospitalar. Na primeira etapa da classificação, que segue parâmetros e critérios técnicos internacionais e foi feita por auditores independentes, os 15 maiores hospitais goianos foram classificados de acordo com sua estrutura, qualidade, segurança e resolutividade dos serviços prestados. (02/01/14)

Diretores e associados da Ahpaceg participaram, no dia 7 de dezembro, da 17ª edição da Noite de Plantão promovida pela Unimed Goiânia. A tradicional festa de confraternização da cooperativa reuniu cerca de 2,5 mil médicos e convidados no Centro de Cultura e Eventos Professor Ricardo Freua Bufaiçal da Universidade Federal de Goiás