CLIPPING AHPACEG 27/02/25
ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.
DESTAQUES
Saúde Suplementar em 2025: desafios, oportunidades e perspectivas para o setor
O ritmo intenso de inclusão de novas tecnologias no Rol da ANS
7 hospitais brasileiros estão entre os melhores do mundo, segundo ranking da Newsweek; veja quais
Ahpaceg denuncia aumento abusivo nos preços de insulina humana
MEDICINA S/A
Saúde Suplementar em 2025: desafios, oportunidades e perspectivas para o setor
O setor de saúde suplementar no Brasil chega a 2025 diante de desafios importantes. O envelhecimento da população, o aumento dos custos assistenciais e a pressão regulatória colocam operadoras de planos de saúde em um cenário de grande transformação. Ao mesmo tempo, a inovação tecnológica e novos modelos de gestão surgem como alternativas viáveis para garantir a sustentabilidade do setor nos próximos anos.
O que aconteceu em 2024?
Antes de mergulharmos nas expectativas para 2025, é interessante dar uma olhada no que aconteceu em 2024, ano que, sem dúvida, preparou o terreno para os próximos passos. O cenário econômico foi desafiador. O déficit fiscal elevado, a alta do dólar, a elevação no valor dos insumos, impactaram de forma importante o setor de saúde. Isso porque, vale lembrar, o Brasil depende de 90% de insumos importados para a produção de medicamentos, como já divulgado pelo relatório da organização internacional Oxfam. Além disso, grande parte dos equipamentos e tecnologias aplicadas nas instituições de saúde vem de fora.
A respeito, me veio à memória o discurso da ministra da Saúde, Nísia Trindade, na 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Na fala, Nísia reforçou que essa dependência representa um dos pontos de vulnerabilidade de todo o setor de saúde do Brasil.
Outros fatores, como o aumento da demanda pela assistência em saúde, da sinistralidade, os custos crescentes e debates em esferas legislativas, também marcaram o ano de 2024. Em meio a esses desafios, a saúde suplementar manteve seu crescimento de forma contínua. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o setor registrou 51,5 milhões de beneficiários em planos de assistência médica. Esse aumento corresponde a cerca de 850 mil beneficiários a mais que em outubro de 2023. Além disso, as operadoras e administradoras de benefícios conseguiram recuperar-se dos reflexos da pandemia, registrando um lucro líquido de R$ 8,7 bilhões nos três primeiros trimestres de 2024, um aumento de 178% em comparação com 2023. Por minha vivência no setor e pelos dados oficiais, digo que 2024 nos preparou para um movimento de retomada positiva, que será impulsionado em 2025.
O que esperar de 2025?
Em 2025, o envelhecimento da população e a sinistralidade seguem como pontos de atenção para a saúde suplementar. Dados do IBGE já demonstram que mais de 15% da população brasileira está acima dos 60 anos. Uma população que, de forma geral, necessita de cuidados mais prolongados, manejo de doenças crônicas, tratamentos de alta complexidade. O que, inevitavelmente, aumenta os custos assistenciais. Nessa equação, temos ainda o fator sinistralidade (o índice de custos com serviços médicos em relação à receita do plano de saúde), que pode impactar diretamente na sustentabilidade das operadoras de planos de saúde em 2025.
Desde já as operadoras precisam se concentrar em estratégias para reduzir a sinistralidade. Investir em serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) e estimular os beneficiários a adotarem hábitos mais saudáveis são medidas essenciais. Além disso, aprimorar o uso da rede credenciada do plano também pode contribuir para reduzir custos e melhorar a experiência do paciente.
Ainda falando em desafios, para garantir a sustentabilidade do setor de saúde suplementar, será muito importante desenvolver novos modelos de trocas econômicas intrasetoriais. O foco deve ser em remunerar médicos e serviços com base no valor entregue ao paciente ou em modelos fundamentados no desempenho assistencial e na qualidade do cuidado. Sem essa evolução, corremos o risco de não atender plenamente às necessidades do setor, deixando de entregar valor tanto aos cooperados quanto aos beneficiários. Para viabilizar essa transformação, é crucial aprimorar a agenda regulatória, fortalecer os processos de acreditação e revisar os modelos de remuneração. O modelo tradicional de fee-for-service, que prioriza o volume de serviços realizados sem considerar a necessidade clínica ou os resultados de saúde, precisa ser repensado. A remuneração deve se basear no desempenho e nos resultados alcançados, garantindo que estejam diretamente vinculadas à qualidade do cuidado oferecido.
Outro ponto a ser observado é que o crescimento da saúde suplementar está diretamente vinculado ao emprego com carteira assinada em nosso país. E, estamos em um momento com a menor taxa de desemprego da história, o que pode não se repetir ao longo de 2025. Isso porque, observamos pela frente um cenário internacional complexo, além dos desafios nacionais como o aumento da inflação e dos juros, fatores que podem esfriar a economia e reduzir o emprego formal. Nesse contexto, investir em ações e iniciativas que proporcionem o desenvolvimento e crescimento do setor de saúde suplementar é de extrema importância para gerar mais postos de emprego e, consequentemente, renda para a população do país.
Discorri sobre alguns obstáculos, mas é importante ressaltar que 2025 também se inicia com novas oportunidades. Não posso deixar de citar a forte presença da tecnologia no setor de saúde. Será possível observar, por exemplo, um impacto crescente das soluções de Inteligência Artificial (IA) no auxílio às operadoras em análises preditivas de custos e otimização de recursos. A IA não só promete melhorar a eficiência operacional das operadoras, mas também aprimorar a experiência dos pacientes, tornando os serviços mais rápidos e personalizados.
Um recorte sobre o Sistema Unimed
No contexto desafiador da saúde suplementar, as operadoras Unimed têm se destacado com estratégias de inovação e eficiência. A verticalização de serviços, o investimento em governança clínica e o uso de tecnologia têm permitido que muitas Unimeds mantenham equilíbrio financeiro e entreguem serviços de qualidade.
A estrutura cooperativista também se mostra um diferencial importante. Enquanto muitas operadoras de planos de saúde enfrentam dificuldades de sustentabilidade, o modelo Unimed fortalece a sinergia entre operadoras e prestadores, garantindo um ecossistema mais resiliente. E os números demonstram isso. A Unimed foi destaque na principal avaliação setorial realizada anualmente pela ANS, falo aqui do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS 2024, ano-base 2023). Entre as 18 operadoras médico-hospitalares que obtiveram nota máxima na avaliação, 16 são cooperativas Unimed, totalizando 89% de participação. Vale reforçar que das 269 operadoras do Sistema Unimed avaliadas pela ANS, 223 estão classificadas nas duas melhores faixas de desempenho, são 83% em comparação aos 71% do segmento.
Os bons resultados também se refletem no aumento de beneficiários, o Sistema Unimed entra em 2025 com mais de 20 milhões de beneficiários. Na equipe de profissionais, conta com mais de 117 mil médicos cooperados, que equivalem a 21% dos médicos do Brasil. Além disso, o Sistema Unimed possui 38% de participação no mercado nacional de planos de saúde e já gerou mais de 143 mil empregos diretos. Para 2025, digo ainda que as expectativas no desenvolvimento contínuo e expansão do Sistema se mantém.
Gestão profissionalizada como caminho para a sustentabilidade
Ao longo desse ano, observaremos uma movimentação direcionada a profissionalização das gestões das cooperativas Unimeds. Cada dia mais, as singulares compreendem a necessidade de fomentar uma capacitação contínua dos seus gestores. E, nesse âmbito, a Faculdade Unimed, em seu papel de Casa do Conhecimento do Sistema Unimed, realiza um trabalho fundamental. A instituição promove uma jornada de iniciativas educacionais, de capacitação e assessorias, para preparar dirigentes e cooperativas para enfrentarem os desafios. A aposta na formação e na qualificação dessas lideranças, a partir de uma instituição de ensino que compreende o DNA e as especificidades do Sistema, reforça o compromisso com a sustentabilidade do negócio.
No momento, podemos concluir que…
O setor de saúde suplementar está em plena transformação, e 2025 será um ano crucial para moldar o futuro. Os desafios seguem se apresentando, mas observamos também novas oportunidades emergirem por meio da inovação, de uma maior abertura para mudanças e da adoção de modelos mais sustentáveis. Movimentos que buscam aproximar a relação das operadoras de planos de saúde com os beneficiários e, proporcionar ao paciente uma assistência com foco ainda maior em qualidade e eficiência, sempre priorizando a segurança e melhor experiência.
O Sistema Unimed, com sua estrutura cooperativista e capacidade de adaptação, segue como referência no mercado, apontando caminhos para uma gestão mais equilibrada e conectada às mudanças da sociedade. Em 2025, o sucesso das operadoras Unimeds estará também vinculado a capacidade de fazer com que os desafios se tornem oportunidades e liderar a transformação do setor. Assim como apostar na capacitação contínua das pessoas que movimentam esse Sistema, principalmente nos dirigentes. Afinal, uma gestão mais profissionalizada, atenta à inovação e aberta ao diálogo, possibilita o alcance de melhores resultados para a singular, o que contribui para o desenvolvimento e fortalecimento de todo o Sistema Unimed.
*Fábio Leite Gastal é Diretor acadêmico da Faculdade Unimed, Presidente do Conselho e Diretor-geral da Organização Nacional de Acreditação (ONA) e Superintendente de Novos Negócios da Seguros Unimed.
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O ritmo intenso de inclusão de novas tecnologias no Rol da ANS
Recentemente, a ANS anunciou a inclusão de novos medicamentos e tratamentos ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, com vigência a partir de fevereiro de 2025. Entre as inovações, destacam-se terapias para doenças raras e procedimentos de alta tecnologia, ampliando as opções de cuidado para os beneficiários.
Estamos falando de um tema é de grande importância, pois a atualização contínua do rol impacta diretamente a cobertura oferecida pelos planos de saúde, influenciando tanto os beneficiários quanto as operadoras. Enquanto os usuários ganham acesso a tratamentos mais modernos e eficazes, as operadoras enfrentam o desafio de adequar-se às novas exigências sem comprometer a sustentabilidade do sistema.
A atualização do rol é um processo criterioso, que busca garantir aos beneficiários acesso a tratamentos eficazes e seguros, preservando a sustentabilidade do setor. Ele começa com a submissão de propostas, feitas por operadoras, profissionais de saúde, associações de pacientes e fabricantes.
Essas propostas são avaliadas com base em critérios como eficácia, segurança e custo-efetividade. Após análise técnica e científica, muitas vezes com o apoio da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (CONITEC), as tecnologias são submetidas à consulta pública, permitindo a participação da sociedade.
A decisão final é tomada pela Diretoria Colegiada da ANS, que considera o impacto econômico, os benefícios clínicos e a viabilidade de implementação no sistema.
Dados recentes da ANS mostram que, somente em 2024, 35 novos itens foram incorporados ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Essa ampliação inclui novos procedimentos, medicamentos, indicações terapêuticas e ampliações de uso, marcando um passo importante no processo de avaliação e inclusão de tecnologias. Entre as inovações, destacam-se tratamentos contra câncer, leucemia e osteoporose, além de opções terapêuticas para psoríase, e asma, e testes avançados para tuberculose.
Esse número expressivo reflete a evolução e a agilidade do processo conduzido pela ANS, reforçando o compromisso com a modernização e a ampliação do acesso a tecnologias de ponta no sistema de saúde suplementar. No entanto, o impacto financeiro e operacional gerado evidencia a necessidade de constante aprimoramento nos fluxos de análise e decisão, de forma a equilibrar celeridade, qualidade e sustentabilidade.
Embora a ampliação do rol seja positiva para os beneficiários, ela também representa desafios significativos para as operadoras de planos de saúde. A inclusão de novas tecnologias aumenta os custos operacionais, que nem sempre podem ser repassados integralmente às mensalidades.
A inclusão acelerada de novas tecnologias, ainda que positiva, exige que sejam implementadas estratégias robustas para mitigar o aumento dos custos operacionais e garantir a viabilidade econômica do setor. Sem essas medidas, o risco de oneração excessiva pode comprometer a acessibilidade dos planos de saúde, afastando beneficiários e enfraquecendo o caráter inclusivo do sistema.
Manter o equilíbrio entre a incorporação de inovações e a sustentabilidade financeira é fundamental para assegurar que os avanços tecnológicos sejam acompanhados de ações que promovam a equidade e a eficiência. Essa abordagem é crucial para que o setor continue atendendo às necessidades dos beneficiários de forma eficaz e acessível, sem comprometer sua sustentabilidade no longo prazo.
Dessa forma, o avanço na ampliação do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde não apenas reafirma o compromisso com o acesso a cuidados modernos e eficazes, mas também ressalta a importância de práticas responsáveis que garantam um sistema sustentável e inclusivo.
*Viviane Reis Diniz é advogada do Bhering Cabral Advogados.
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PORTAL TERRA
7 hospitais brasileiros estão entre os melhores do mundo, segundo ranking da Newsweek; veja quais
Hospital das Clínicas é o único hospital público do Brasil na lista; mais de 2 mil instituições foram avaliadas
Sete hospitais brasileiros estão entre os 250 melhores do mundo, de acordo com o ranking anual divulgado pela revista americana Newsweek, em parceria com o Statista, empresa global de pesquisa de dados.
A lista, divulgada nesta quarta-feira, 26, considera uma série de critérios, como recomendações de especialistas, satisfação dos pacientes e indicadores de qualidade hospitalar, incluindo a eficácia dos tratamentos e seu impacto na qualidade de vida.
Além disso, neste ano, a produção científica dos hospitais passou a ser considerada, com foco na quantidade e no impacto das publicações em revistas científicas. No total, a análise abrangeu 30 países, selecionados com base em fatores como qualidade de vida, expectativa de vida, tamanho da população, número de hospitais e disponibilidade de dados. Para chegar aos 250 melhores, mais de 2,4 mil hospitais foram avaliados.
Na edição de 2025, o Hospital Israelita Albert Einstein se destacou na 22ª posição global, sendo o hospital brasileiro mais bem colocado.
Para o presidente do Einstein, Sidney Klajner, a instituição atingiu essa classificação devido à sua transformação em um ecossistema de saúde , que integra ensino, pesquisa e inovação. Nós entendemos que a geração de conhecimento deve ocorrer por meio de pesquisas que sustentem resultados capazes de beneficiar não só o setor privado, mas também o público e, em alguns casos, a humanidade como um todo. Desde então, nossa trajetória tem sido desenhada nesse sentido , afirma.
Ele ressalta que uma resposta direta desse foco foi a atuação do hospital durante a pandemia de covid-19 , com pesquisas voltadas ao desenvolvimento de novos tratamentos e protocolos clínicos, progressos em relação a terapias avançadas (como a CAR-T ), parcerias com a rede pública e, principalmente, investimento em tecnologia - como inteligência artificial e análise de dados - para otimizar a gestão e aprimorar os tratamentos.
Os dados desempenham um papel fundamental na transformação da saúde, especialmente quando aplicados por meio de algoritmos inteligentes , diz Klajner, que destaca alguns assuntos que têm sido foco de atenção pelo hospital, como mudanças climáticas, envelhecimento acelerado e saúde mental.
Para o futuro, a ideia é manter qualidade e segurança como pilares inegociáveis, investir cada vez mais na experiência e humanização do atendimento e reforçar o compromisso com a excelência - não só aquela que se destaca em rankings, mas a que efetivamente transforma o cuidado em saúde e a vida das pessoas.
Além do Hospital Israelita Albert Einstein, outros seis hospitais brasileiros foram destacados no ranking:
83º - Hospital Sírio-Libanês (São Paulo/SP)
O Hospital Sírio-Libanês foi indicado pelo World s Best Hospitals pela sexta vez. Recentemente, também foi reconhecido como líder no setor de serviços de saúde pelo ranking Merco Empresas 2024.
Receber esse reconhecimento é motivo de grande orgulho. Ele reflete o comprometimento diário de nossos profissionais de saúde, equipe assistencial, gestores e administradores em oferecer um atendimento de excelência, inovar em ensino e pesquisa e levar a medicina de ponta além das fronteiras do Brasil. Essa conquista reforça nossa missão de transformar vidas por meio do cuidado e do conhecimento , afirma o diretor-geral do Sírio-Libanês, Fernando Ganem.
115º - Hospital Alemão Oswaldo Cruz (São Paulo/SP)
Referência em alta complexidade, com foco especial em oncologia, cardiologia, neurologia, ortopedia e transplantes, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz aparece pelo quinto ano consecutivo e subiu algumas posições em relação ao ranking anterior.
Este reconhecimento ratifica nosso compromisso com a missão de impulsionar o desenvolvimento da saúde, oferecendo atendimento personalizado e focado nos melhores resultados para cada paciente ao longo de toda a sua jornada. Este resultado é fruto do esforço coletivo e da dedicação de nossos colaboradores, assim como do corpo clínico e assistencial do hospital, que se empenham continuamente na evolução da qualidade do cuidado e bem-estar de nossos pacientes, diz José Marcelo de Oliveira, diretor-presidente da instituição.
127º - Hospital Moinhos de Vento ( Porto Alegre /RS)
Único hospital brasileiro fora do Estado de São Paulo na lista, o Moinhos de Vento figura no ranking da Newsweek pela sexta vez. Além disso, é um dos seis hospitais de referência do País e o único da região Sul a integrar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde .
Temos a missão de ser a melhor instituição de saúde do Brasil até o fim desta década. Queremos alcançar esse objetivo não apenas para atender quem nos procura, mas também para liderar transformações na saúde do País, gerando desenvolvimento e sustentabilidade para um futuro melhor para todos , diz Mohamed Parrini, CEO do hospital.
165º - Hospital Santa Catarina - Paulista (São Paulo/SP)
Presente no ranking pelo sexto ano consecutivo, o Hospital Santa Catarina - Paulista subiu seis posições em relação a 2024.
Esse resultado é motivo de grande orgulho para toda a nossa equipe, que se dedica a oferecer um atendimento de qualidade, com foco em um cuidado seguro e humanizado, colocando o bem-estar do paciente como prioridade. Cada avanço é fruto do trabalho e do compromisso de nossos colaboradores, médicos e parceiros , afirma o diretor-geral do hospital, Rogério Quintela Pirotto.
202º - Hospital do Coração, o HCor (São Paulo/SP)
É a primeira vez que o HCor, referência nacional em cardiologia, aparece entre os 250 melhores hospitais do mundo. Neste ano, o hospital também foi indicado ao ranking Top Hospitais Privados em Ortopedia, da própria Newsweek.
Nosso trabalho tem como foco o melhor cuidado para cada paciente. Milhares de profissionais trabalham no Hcor, todos os dias, com esse propósito. Alcançar a marca de estar entre os melhores hospitais é a causa do que fazemos. Então, estamos orgulhosos e cientes da nossa responsabilidade de sermos cada vez melhores para cada pessoa que busca por nossos cuidados , diz o superintendente-CEO do Hcor, Fernando Torelly.
210º - Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, o HC-FMUSP (São Paulo/SP)
Pelo terceiro ano consecutivo, o Hospital das Clínicas , considerado o maior hospital da América Latina, foi a única instituição integralmente pública do Brasil a figurar no ranking global.
É sempre um orgulho ser referência e estar entre as principais instituições médicas do mundo, especialmente sendo um hospital público. Seguiremos trabalhando com empenho para oferecer um atendimento de excelência aos nossos pacientes e fortalecer, cada vez mais, a posição do HC-FMUSP em ensino, pesquisa, assistência e inovação no cenário nacional e mundial , afirma Edivaldo Utiyama, diretor clínico do HC.
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FOLHA DO PLANALTO
Ahpaceg denuncia aumento abusivo nos preços de insulina humana
Com o produto escasso no mercado nacional e com os aumentos abusivos, a Associação notificou o Ministério Público do Estado de Goiás, solicitando apoio para garantir a assistência a pacientes diabéticos
Após denunciar na semana passada a escassez de insulina humana no mercado nacional e alertar que esse problema pode comprometer a assistência aos pacientes, a Ahpaceg (Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade de Goiás) notificou o Centro de Apoio Operacional da Saúde (CAO Saúde) do Ministério Público do Estado de Goiás sobre a escassez e o aumento abrupto dos preços das insulinas humanas Regular e NPH.
No documento enviado ao MP, a Associação destaca que a falta desses medicamentos essenciais e o aumento abrupto nos preços comprometem o atendimento a pacientes diabéticos internados, expondo-os a riscos graves de saúde.
A Ahpaceg solicita que o Ministério Público intervenha junto às autoridades competentes para regularizar o abastecimento e fiscalizar práticas abusivas de preços, garantindo o direito à saúde conforme a Constituição Federal.
Na notificação extrajudicial, a Ahpaceg destaca que os preços da unidade de Insulina NPH subiram de R$ 30,13, em 2024, para R$187,60 neste ano. No mesmo período, os preços da Insulina Regular saltaram de R$ 27,10 para R$ 229,99.
“Tal inflação inviabiliza economicamente a aquisição em escala suficiente para atender à demanda hospitalar”, destaca o presidente Haikal Helou.
A demanda anual das instituições associadas à Ahpaceg é de aproximadamente 6,6 mil frascos das insulinas Regular e NPH. A escassez coloca em risco a continuidade do atendimento seguro e eficaz aos pacientes diabéticos internados.
O presidente da Ahpeceg ressalta que a escassez desse medicamento essencial afeta não apenas os pacientes atendidos pelas instituições privadas associadas, mas também configura uma questão de saúde pública em âmbito nacional.
A Ahpaceg conta com o apoio do Ministério Público para:
a) Promover interlocução junto às autoridades competentes, incluindo o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), visando assegurar a regularização do abastecimento das insulinas Regular e NPH no mercado nacional;
b) Fiscalizar possíveis práticas abusivas relacionadas à elevação dos preços das insulinas no mercado privado, com fundamento no art. 39, X, do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990);
c) Garantir o cumprimento do direito à saúde previsto no art. 196 da Constituição Federal, que estabelece ser dever do Estado assegurar acesso universal e igualitário às ações e serviços necessários à promoção da saúde.
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Assessoria de Comunicação