Postado em: 26/02/2025

CLIPPING AHPACEG 26/02/25

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES

este rápido de meningite se torna obrigatório nos planos de saúde

Lula demite Nísia após insatisfação com falta de resultados, e Padilha assumirá o Ministério da Saúde

Especialista fala sobre a incidência de doenças raras na população

Ipasgo Saúde antecipa 147,5 milhões à rede credenciada

CNN BRASIL

Teste rápido de meningite se torna obrigatório nos planos de saúde

O novo teste PCR multiplex rápido para o diagnóstico de meningite em cerca de 1h passa a fazer parte do rol de procedimentos e eventos em saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com cobertura obrigatória pelos planos de saúde privados.

O teste PCR multiplex serve para o diagnóstico simultâneo de meningites e encefalites em curto tempo e diferencia casos bacterianos e virais, segundo Allan Munford, gerente regional Latam de Marketing para Diagnósticos Sindrômicos da Qiagen, multinacional responsável por trazer esse tipo de exame ao país.

"Se até então levava cerca de dois ou três dias para saber se o paciente estava infectado por um vírus ou uma bactéria causadora da doença, agora, em apenas uma hora este exame concede o resultado, o que permite manejar com urgência o tratamento mais indicado para cada caso", explica Munford.

Os laboratórios centrais e hospitais públicos têm o prazo máximo de 180 dias para disponibilizar os novos testes. "Como a nova Portaria para incorporação do teste entrou em vigor no último mês de dezembro, provavelmente até o final deste primeiro semestre teremos essa novidade disponível aos brasileiros", diz Allan.

O novo teste também pode colaborar com o objetivo do SUS que é erradicar a meningite no Brasil até 2030, como parte do plano nacional do Ministério da Saúde.

Em 2024 foram registrados mais de 233 mil casos de meningite no país e mais de 22,5 mil casos foram fatais ao longo dos últimos 14 anos.

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O GLOBO

Lula demite Nísia após insatisfação com falta de resultados, e Padilha assumirá o Ministério da Saúde

Ex-presidente da Fiocruz deixa o cargo após pouco mais de dois anos diante de queixas do Planalto e dificuldades com o Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, após demonstrar insatisfação com a falta de resultados da gestão na área. O lugar será ocupado por Alexandre Padilha, titular das Relações Institucionais e chefe da pasta durante o governo de Dilma Rousseff.

A decisão ocorreu após duas reuniões. À tarde, Lula recebeu Nísia para uma conversa a sós. Depois, foi a vez de Padilha.

Após a reunião com Lula, a ministra foi para o Ministério da Saúde e chamou o secretário-executivo, Swedenberger Barbosa, para seu gabinete, para dar a notícia.

Em nota oficial, o Palácio do Planalto informou que Lula comunicou a Nísia "a substituição na titularidade da pasta, que passará a ser ocupada pelo atual ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a partir da posse marcada para a quinta-feira, dia 6 de março. O presidente agradeceu à ministra pelo trabalho e dedicação à frente do ministério".

Trindade ainda não informou sobre a demissão para demais secretários e funcionários, e marcou uma reunião com seu time principal para esta quarta-feira. A indefinição dos últimos dias levou equipes de diferentes setores da pasta a desmarcarem agendas já fechadas para as próximas semanas e meses.

Mais cedo, Lula participou de evento ao lado de Nísia para celebrar uma pactuação de vacinas e anunciou a inclusão do imunizante da dengue do Instituto Butantan no SUS.

A cerimônia aconteceu no Planalto e foi marcada pelo silêncio do presidente e uma ministra ovacionada pelo público.

A cúpula da Saúde não esconde a frustração sobre a falta de informações do Planalto, em crise que se arrastou por dias, e a incerteza sobre a continuidade no ministério. O time de Nísia descobriu sobre a decisão de Lula pela imprensa.

A tendência é que Padilha mantenha parte da equipe de Nísia, como Estela Haddad (Saúde Digital), Felipe Proenço (Atenção Primária) e Adriano Massuda (Atenção Especializada).

Nísia foi a primeira mulher a comandar o Ministério da Saúde e presidiu a Fiocruz durante a pandemia de Covid-19. O perfil técnico foi visto como um ativo pelo governo no início do mandato de Lula, após a série de críticas à pasta na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Mas a demora nas entregas e a dificuldade na articulação política desgastaram Nísia e, na visão do Planalto, inviabilizaram a permanência.

Lula vinha reclamando com aliados da demora da pasta em gerar ações que pudessem ser usadas pelo governo como exemplos de impacto positivo na população - o presidente chegou ao seu índice mais baixo de popularidade nos três mandatos, como mostrou o Datafolha.

A principal queixa era direcionada ao programa Mais Acesso a Especialistas, que tem como meta ampliar a oferta de consultas, exames e cirurgias na rede pública. Nísia foi cobrada por Lula em mais de uma ocasião diante do avanço a passos lentos da iniciativa. O programa alcançou 99% dos municípios do país atendidos só em fevereiro, dez meses após ter sido lançado.

Além disso, o Palácio do Planalto avalia que os benefícios da ação não foram transmitidos corretamente para a população. Até o momento, o ministério investiu R$ 2,4 bilhões, além de R$ 1,2 bilhão para as cirurgias eletivas.

A passagem de Nísia foi marcada ainda por outras crises, como a explosão de casos de dengue, falhas na estratégia de vacinação e falta de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS), como insulina.

Em meio à escalada dos casos de dengue em 2024, Lula reclamou com auxiliares que a Saúde errou ao gerar expectativa na população de que o governo teria vacina contra a doença, sendo que não havia doses disponíveis no mercado à época. No ano passado, Nísia chegou a passar por um treinamento com o marqueteiro Sidônio Palmeira, hoje ministro da Comunicação Social.

Uma reportagem do GLOBO também mostrou, em novembro do ano passado, que o governo havia deixado vencer 58,7 milhões de imunizantes desde 2023. O número supera em 22% a quantidade desperdiçada nos quatro anos em que o ex-presidente Jair Bolsonaro esteve no poder, quando 48,2 milhões de imunizantes foram descartados por não serem usados no prazo de validade

A agora ex-ministra da Saúde também viu respingar na gestão a crise com a administração dos hospitais federais do Rio e o escândalo da contaminação de HIV por transplante na rede estadual do Rio de Janeiro.

Lula chegou a falar publicamente, em dezembro do ano passado, que era preciso tratar com "respeito" os hospitais federais do Rio e que, se o governo federal não conseguisse cuidar, era preciso procurar um jeito melhor de administrá-los.

- Já que é para ter hospital, que ele seja um hospital de excelência e um motivo de orgulho para qualquer brasileiro. Não era possível a gente continuar vendo hospitais desfalcados de funcionários e de funcionamento de sala de cirurgia. Se o governo federal não tem condições, que a gente procure um jeito melhor de administrar.

Quatro unidades estão passando por mudanças no modelo de gestão: os hospitais federais de Bonsucesso, Andaraí, Cardoso Fontes e Servidores do Estado - Andaraí e Cardoso Fontes passaram a ser administrados pela Prefeitura do Rio.

"Tem um aprendizado" Enquanto lidava com os percalços da gestão, Nísia também virou alvo de parlamentares, especialmente do Centrão, pelo pouco trânsito político. Congressistas reclamavam que não eram recebidos com frequência e relatavam dificuldades para conseguirem recursos para as bases. A agora ex-ministra fez mudanças na equipe buscou abrir mais a agenda para deputados e senadores, incluindo viagens. O movimento arrefeceu as críticas, mas não conseguiu aliviar totalmente a pressão.

- Eu tenho registrado atas de todas as reuniões, tenho até a contabilidade de quantos parlamentares. Mas sempre tem os fatos, a percepção e a expectativa, que é imensa. É claro que tem um aprendizado. Passei a me reunir com mais frequência com lideranças de partidos, estreitamos muito, ao longo do ano passado, o trabalho com a Secretaria de Relações Institucionais. As críticas são do meu conhecimento, mas não creio que sejam gerais - disse em entrevista ao GLOBO em agosto do ano passado.

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PUC TV

Especialista fala sobre a incidência de doenças raras na população

https://www.youtube.com/watch?v=KzFuQhWz4Qs

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O PARLAMENTO ONLINE

Ipasgo Saúde antecipa 147,5 milhões à rede credenciada

No total, 671 pessoas jurídicas que atendem beneficiários do plano de saúde recebem hoje pagamento que deveria ocorrer na sexta-feira, dia 28. Pessoas física receberam no último dia 14

O Ipasgo Saúde credita nesta terça-feira (25/02) o pagamento de 671 pessoas jurídicas, a exemplo de hospitais e clínicas, que prestam atendimento aos quase 600 mil beneficiários do plano de saúde, o maior de Goiás e a maior autogestão do país. Ao todo, R$ 147,5 milhões que, originalmente, deveriam ser repassados na sexta-feira (28/02) serão depositados de forma antecipada para 90% dos prestadores, porque eles apresentaram a documentação dentro do prazo. Os demais receberão de acordo com o fluxo normal de pagamentos.

"Essa antecipação demonstra nosso compromisso com a rede credenciada, fortalece nossa parceria com hospitais, clínicas e demais prestadores e, além disso, garante que a rede tenha os recursos necessários para continuar oferecendo um serviço de excelência aos nossos beneficiários", afirma o presidente do Ipasgo Saúde, Vinícius Luz.

Esta é a segunda vez este mês que o Ipasgo Saúde paga os prestadores de forma antecipada. Nos dias 13 e 14, o plano de saúde já havia quitado R$ 17,5 milhões em remunerações de 2.760 médicos e outros profissionais de saúde que atendem os beneficiários como pessoas físicas. Ou seja, antes mesmo do fim de fevereiro, o plano de saúde já injetou mais de R$ 165 milhões no mercado de saúde.

Outros pagamentos

Até o final deste mês, de acordo com a evolução da apresentação de documentos necessários ao recebimento pelos serviços prestados, a instituição deve ultrapassar os R$ 180,3 milhões em pagamentos à rede credenciada. O Ipasgo Saúde, por exemplo, já tem em processamento notas fiscais recebidas depois do dia 21 de fevereiro, após o prazo estabelecido. Ainda assim, a meta é que esses pagamentos também ocorram antes do dia 28.

De acordo com o calendário de pagamento do Ipasgo Saúde, prestadores pessoas físicas recebem no dia 15 e pessoas jurídicas, no dia 30. Contratualmente, os recebimentos deveriam ser efetivados 60 dias após a apresentação da fatura. Ou seja, a data de pagamento teria variação de acordo com cada prestador.

Para Vinícius Luz, essas antecipações de pagamentos visam proporcionar mais segurança e previsibilidade financeira para a rede credenciada. Além disso, atestam o compromisso da instituição em manter um fluxo de pagamentos ágil e eficiente, importante tanto para os prestadores de serviço quanto os beneficiários.

Credenciamento

A instituição, que já tem o maior número de prestadores entre os planos de saúde que operam em Goiás, com quase cinco mil pessoas físicas e jurídicas, está em processo de ampliação da rede credenciada. Desde o último dia 17, o Ipasgo Saúde recebe inscrições de médicos, de todas as especialidades, interessados em atender os quase 600 mil beneficiários do Ipasgo Saúde.

O processo de credenciamento é simples e pode ser realizado de forma totalmente digital. Os profissionais precisam possuir registro ativo no Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) e anexar a documentação obrigatória em um formulário disponível do site www.ipasgo.go.gov.br. As solicitações serão avaliadas considerando critérios como município de atuação, cobertura assistencial, demanda de beneficiários e facilidade de acesso aos serviços.

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Assessoria de Comunicação